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  <title>Rede Unida</title>
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            These are the search results for the query, showing results 351 to 365.
        
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  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/noticia/14a-cns-determina-retomada-da-educacao-permanente-em-saude">
    <title>14ª edição da CNS determina retomada da Educação Permanente em Saúde </title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/noticia/14a-cns-determina-retomada-da-educacao-permanente-em-saude</link>
    <description>Relatório Final aprovado na Conferência Nacional de Saúde e Carta à sociedade reconhecem necessidade de mudanças na formação profissional e determinam retomada da educação permanente em saúde
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>A retomada da Educação Permanente em Saúde e a necessidade de investir na formação profissional foram destacadas no relatório final da 14ª Conferência Nacional de Saúde (CNS), aprovado neste domingo (04/12), pelos mais de 4.300 mil delegados vindos de todo o Brasil. Além do relatório final, também foi apresentada uma Carta da Conferência, voltado à sociedade brasileira, que sintetiza o debate dos quatro dias de trabalho. A Rede Unida participou intensamente das atividades da 14ª CNS, em Brasília, onde distribuiu um documento produzido pelos participantes dos seus Encontros Regionais para mobilizar atores comprometidos com as mudanças na formação profissional, na gestão e na organização do trabalho.</p>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">No documento, a Rede Unida reafirma seu compromisso histórico de luta pela reforma sanitária, democratização da saúde e fortalecimento do SUS. Além disso, o texto propõe a integração do ensino com o SUS, reconhecendo radicalmente o SUS como ‘sistema de saúde escola’. E que todos os atores do campo da saúde e da educação são corresponsáveis pelo processo formativo e pela organização do trabalho, da gestão, da participação e da educação no sistema de saúde.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Ao afirmar o SUS como uma escola, a Rede Unida recupera os pressupostos da Educação Permanente para agregar e combinar saberes a fim de enfrentar a complexidade dos problemas de saúde, bem como produzir conhecimento mútuo e trocas. O que significa reconhecer que os saberes produzidos no cotidiano podem inventar novos modos de lidar com o processo do cuidado. E mais: significa reconhecer a Educação Permanente como vertente político-pedagógica estratégica para democratização da saúde e consolidação do SUS que deve estar inserida, transversalmente, nas políticas, iniciativas e no cotidiano do trabalho.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">O documento divulgado pela Rede Unida durante a 14ª CNS é uma construção coletiva dos participantes dos cinco encontros regionais, organizados ao longo de 2011, como atividades preparatórias ao seu 10º Congresso Internacional, que acontece de 06 a 09 de maio de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. Os encontros foram realizados no Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Campo Grande (MS), Fortaleza e Belém (PA) e contabilizaram mais de três mil inscritos.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Sobre o relatório final aprovado e a carta à sociedade, o presidente da 14ª CNS e ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou: “Esse é mais um momento histórico em que o Relatório Final é aprovado e uma declaração à sociedade também. Parabéns a todos os delegados. Viva o Controle Social. E viva a democracia do crachá”, disse Padilha em alusão à aprovação da Carta da 14ª Conferência durante o encerramento do evento.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Leia a <a class="external-link" href="http://conselho.saude.gov.br/14cns/docs/04_dez_carta_final.pdf">Carta de Brasília.</a></div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><a class="internal-link" href="carta_redeunida_14cns.pdf">Veja o documento divulgado pela Rede Unida na 14ª CNS.</a></div>
<div></div>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-12-05T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/noticia/ministerio-da-saude-fara-monitoramento-da-saude-dos-profissionais-do-sus">
    <title>Ministério da Saúde fará monitoramento da saúde dos profissionais do SUS </title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/noticia/ministerio-da-saude-fara-monitoramento-da-saude-dos-profissionais-do-sus</link>
    <description>Ministro Padilha assinou hoje (1/12), portaria com novas diretrizes da Política Nacional de Promoção da Saúde do Trabalhador do SUS. Uso de equipamentos de proteção individual, manutenção dos equipamentos nos serviços de saúde, e principais doenças que atingem os trabalhadores estão entre os itens a serem monitorados 
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>A partir de agora a saúde dos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) será monitorada. Uma portaria que estabelece as diretrizes da Política Nacional de Promoção da Saúde do Trabalhador do SUS foi assinada nesta quarta-feira (01/12) pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Dentre as diretrizes para a promoção da qualidade de vida e redução dos riscos a quem trabalha nos hospitais públicos e nas unidades básicas de saúde (UBS), está a criação de um comitê que fiscalizará as condições de trabalho dos profissionais. Serão verificados, por exemplo, o uso de equipamentos de proteção individual e a manutenção dos equipamentos. As principais doenças que atingem os trabalhadores do SUS também serão monitoradas e notificadas.</p>
<p>As diretrizes foram traçadas pelo Comitê Nacional de Saúde do Trabalhador, criado especificamente para este fim, e composto por representantes dos trabalhadores e representantes dos gestores (Conass, Conasems, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério do Trabalho, Ministério do Planejamento e Ministério da Saúde).</p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">A portaria estabelece a notificação compulsória de agravos à saúde do trabalhador pela rede de serviços públicos e privados, e também o desenvolvimento de um sistema de informação para acompanhamento da saúde do trabalhador do SUS.</div>
<p> </p>
<p>Saiba mais em <a class="external-link" href="http://portalsaude.saude.gov.br">http://portalsaude.saude.gov.br</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>noticia1</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-12-01T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/pontos-turisticos">
    <title>Pontos Turísticos</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/pontos-turisticos</link>
    <description>Aqui, destacamos informação sobre as principais atrações turísticas da cidade </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span> </span></p>
<p><strong><span>Forte Duque de Caxias ( Forte do Leme)</span> </strong></p>
<p>
<p><span>A história militar deste Forte está repleta de acontecimentos. Seus integrantes participaram de revoltas como a do Forte de Copacabana (1922), na Revolta do Encouraçado São Paulo (1924), na ação contra o navio mercante Baden (1930), na Revolução de 1932, na Intentona Comunista (1935), no Movimento Integralista (1938), na 2ª Guerra Mundial (1945) e na Intervenção do Cruzador Tamandaré (1955). A cultura do nosso país vive através destas muralhas, que nos contam histórias sobre a construção dos dias de hoje. O passeio no Forte Duque de Caxias (Forte do Leme) compreende uma caminhada ecológica na área de proteção ambiental da Mata Atlântica e uma visita ao sítio histórico do local.<br /><br />Do alto do Morro do Leme, você poderá admirar as mais belas e ricas paisagens: Praia de Copacabana e a entrada da Baía de Guanabara; Fortes da cidade do Rio de Janeiro e de Niterói; Ilhas da Baía de Guanabara; Pedra da Gávea e o Morro Dois Irmãos; Área de Proteção Ambiental do Leme (APA/Leme); Cristo Redentor e a encosta oculta do Pão de Açúcar.</span> <br /><span><br />Local: Praça Almirante Júlio de Noronha, s/nº - Leme<span class="apple"> </span><br />Visitação: de terça a domingo, das 9h30 às 16h30.<br />Visitação motorizada: Sábados, domingos e feriados com saídas às 10h, 11h30, 13h30 e 15h30<br />Ingresso: R$ 4,00, sendo isentos do pagamento as pessoas maiores de 65 e menores de 10 anos.<br />Mais informações:<br />Tel. (21) 3223-5076 / 3223-5000<br />e-mail:<span class="apple"> </span><a href="mailto:divisaodoforte.cep@gmail.com"><span>divisaodoforte.cep@gmail.com</span></a><span class="apple"> </span><br /><a href="http://www.cep.ensino.eb.br/"><span>www.cep.ensino.eb.br</span></a></span></p>
</p>
<p>
<p><strong><span>Estádio Jornalista Mário Filho - o Maracanã</span> <br /><br /></strong><span>Símbolo mundial da pátria de chuteiras, o Maracanã guarda a história do esporte que é a cara do Brasil. Na terra do futebol, que faz desse esporte a sua religião, ele é considerado por muitos o “Templo dos Deuses”. Foi construído em 1950 para sediar a Copa do Mundo, e projetado para receber 166.369 pessoas. Hoje, após as reformas, comporta um público de 114.145.<span class="apple"> <br /></span><br />Seu nome oficial, Estádio Jornalista Mário Filho, é uma homenagem a um dos mais importantes jornalistas brasileiros e fundador do Jornal dos Sports. Em 16 de junho de 1950, o Maracanã foi inaugurado com um jogo entre cariocas e paulistas, com o eterno Didi marcando o primeiro gol de placa da história do estádio. Desde então, foi palco de grandes conquistas do futebol brasileiro, dentre elas, a decisão do mundial de clubes em 1963. Naquele ano, cerca de 200 mil pessoas assistiram à vitória do Santos, de Pelé, em cima do Milan, da Itália.<br /><br />Paixão, emoção e muita adrenalina se misturam nas espetaculares torcidas organizadas, que balançam o estádio levando o público ao delírio. Parada obrigatória de turistas nacionais e estrangeiros, estudantes e visitantes de todas as idades, o gigante tornou-se conhecido mundialmente e perde, em popularidade, apenas para o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.<br /><br />No dia do cinquentenário do Maracanã, em 16/06/2000, foi inaugurado o Hall da Fama, uma homenagem aos 50 jogadores que mais se destacaram ao longo da existência do estádio. Os mais importantes craques da história do futebol imprimiram seus pés em argamassa, deixando suas marcas para a posteridade na calçada da fama. Zico, Roberto Dinamite, Luisinho Lemos, Romário, Quarentinha, Valdo, Pinga, Garrincha, Dida e Bebeto ganharam o título dos dez maiores artilheiros.<br /><br />O complexo esportivo do Maracanã ocupa uma área total construída de 304.284 m² e reúne o Maracanãzinho, onde são realizadas competições esportivas além de espetáculos de entretenimento, o Estádio Célio de Barros e o Parque Aquático Júlio Delamare.</span></p>
</p>
<p>
<p><span>Endereço: Rua Professor Eurico Rabelo, s/n. – Maracanã</span></p>
</p>
<p>
<p><strong><span>Lapa</span> </strong></p>
</p>
<p>
<p><span>Apenas um bairro no Rio de Janeiro pode agregar variadas manifestações musicais sem ofuscar gêneros e artistas. O local é a Lapa, no centro da cidade, onde fica a emblemática obra dos Arcos da Lapa. Palco para o lirismo das letras do samba, os acordes do som do nordeste e a modernidade da música eletrônica, todos convivem em perfeita harmonia nos bares espalhados pelas ruas Mem de Sá, Riachuelo e Lavradio.<br /><br />Desde o início da década de 50, a Lapa já era um dos principais pontos de referência da vida noturna da cidade. O local, com seus famosos cabarés e restaurantes, era considerado a “Montmartre Carioca”, freqüentada pela fina flor dos artistas, intelectuais, políticos e diplomatas. Daquela época até hoje, a Lapa continua a pulsar.<span class="apple"> <br /></span><br />A Prefeitura do Rio já restaurou boa parte do bairro, que manteve quase intacta a arquitetura original dos prédios do início do século, a principal característica do lugar. Visualmente, o local é um banho de história, abrigando os centenários Arcos da Lapa, o Passeio Público, a Escola Nacional de Música e a Igreja de N. Sra. da Lapa são verdadeiros ícones do Rio Antigo.<br /><br />Mas é quando a noite cai que a Lapa mostra porque já se firmou como atração cultural da cidade. As batidas do choro, samba, funk, house, techno e outras nuances, além de shows de grandes artistas da MPB, encontram nas diversas casas noturnas, e não raro, em eventos promovidos ao ar livre, usando sempre um dos arcos como teto e cenário para as performances. De fato, é nesse espaço multicultural que o carioca reencontra suas origens e o turista faz um passeio pela história num dos mais preciosos conjuntos arquitetônicos do Rio de Janeiro.</span></p>
</p>
<p>
<p><strong><span>Lagoa Rodrigo de Freitas</span> </strong></p>
</p>
<p>
<p><span>Cercada pelos mais badalados bairros cariocas - Lagoa, Ipanema, Leblon, Gávea e Jardim Botânico -, emoldurada por montanhas e abraçada pelo Cristo Redentor, a Lagoa Rodrigo de Freitas impressiona pelo pôr-do-sol e o reflexo dourado em suas águas plácidas e silenciosas, tornando-se um grande ponto de encontro, tanto para os cariocas quanto para os visitantes.<span class="apple"> <br /></span><br />Unida ao mar pelo canal do Jardim de Alah, entre Ipanema e Leblon, sua orla abriga parques, quadras de esportes, rinque de patinação, heliporto, pista para caminhadas e corrida, ciclovia e um centro gastronômico distribuído por quiosques que oferecem de comida alemã a japonesa, além de música ao vivo a partir do anoitecer. Isso sem falar nos passeios de pedalinho que, nos domingos e feriados, proporcionam ao turista uma visão única de tudo que um dos mais belos cartões-postais cariocas revela.<br /><br />As margens da Lagoa são algumas das mais bem equipadas áreas de entretenimento da cidade e convidam a uma caminhada, jogging ou passeios de bicicleta, que podem ser alugadas por ali. Seus 7,5 km de extensão incorporam os parques dos Patins, Taboas e Catacumba. O conjunto dos três parques oferece uma infinidade de opções esportivas e gastronômicas. Abaixo um pequeno roteiro:</span></p>
</p>
<p>
<p><span><em>Parque dos Patins</em> (Av. Borges de Medeiros s/nº): na área compreendida entre o clube Piraquê e o heliporto, o Parque do Patins pode ser uma boa opção de lazer com diversas atividades que vão desde patinação a shows simultâneos nos quiosques em seu entorno. Ali, pode-se também saborear as mais diversas especialidades da cozinha internacional.<br /><br /><em>Parque da Catacumba</em> (Av. Epitácio Pessoa s/nº): o Parque da Catacumba pode ser visto como um belo museu ao ar livre dentro de uma pequena reserva ambiental. São ao todo 32 esculturas de artistas diversos que integram com harmonia a natureza do parque, ideal para caminhadas. Perto dessa mistura de artes, degusta-se grandes pratos e petiscos do mundo inteiro.<br /><br /><em>Parque dos Taboas</em> (Av. Borges de Medeiros s/nº): localiza-se entre dois famosos clubes do Rio, o Clube de Regatas Flamengo e o Clube Caiçaras. O parque é uma verdadeira quadra esportiva que reúne praticantes dos mais variados esportes como, futebol, tênis e skate. Quiosques também integram a área esportiva do parque.</span></p>
</p>
<p>
<p><span>Endereço: Avenida Epitácio Pessoa e Avenida Borges de Medeiros - Lagoa<br />Endereço: Parque do Penhasco Dois Irmãos - Alto Leblon</span></p>
</p>
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<p><strong><span>Mosteiro de São Bento</span> </strong></p>
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<p>
<p><span>As boas condições de defesa oferecidas pelo local, no alto da colina com vista panorâmica da Baía da Guanabara, além do ótimo clima - graças aos ventos salubres da baía, longe dos pantanais, representaram fortes motivações para que os monges beneditinos Frei Pedro Ferraz e João Porcalho aceitassem, em 1590, a doação dessa ampla faixa de terra, do fidalgo Manuel de Brito, que ali havia edificado uma ermida a N.S. da Conceição.<br /><br />O Mosteiro de São Bento de N.S.da Conceição surgiu aproximadamente vinte anos após a fundação da cidade do Rio de Janeiro, em 1565. Em 1602, a igreja passou a se chamar N.S. de Monserrat. Este convento comparado a um museu, representa, na sua simplicidade monástica, um dos mais belos conjuntos arquiteturais existentes no Brasil.</span></p>
<p><span>É surpreendente o contraste entre o aspecto austero e propositalmente singelo do exterior, e a riqueza do interior, com talhas barrocas com motivos fitomorfos, recobertas de ouro, e o exuberante estilo rococó, presente na talha do altar-mor, no arco cruzeiro e na Capela do Santíssimo Sacramento.</span></p>
</p>
<p>
<p><span>Endereço: Rua Dom Gerardo, 68 – Centro, Rio de Janeiro, RJ.<br />Site:<span class="apple"> </span><a href="http://www.osb.org.br/"><span>www.osb.org.br</span></a></span></p>
</p>
<p>
<p><span><strong>Santa Teresa</strong></span></p>
</p>
<p>
<p><span>O bairro de Santa Teresa nasceu nos arredores de um convento no Morro do Desterro, no Rio de Janeiro, no século 18. O bairro ocupa uma colina no coração da cidade e parece ter parado no tempo, mantendo há dezenas de anos aspectos preservados do Rio Antigo e guardando uma história em cada esquina.<span class="apple"> <br /></span><br />Escritores e artistas sempre foram atraídos por Santa Teresa, seduzidos por seu charme e por suas riquezas arquitetônica e cultural, visíveis aos olhos e ao coração. A arte exibida nos muitos ateliês que tomaram conta do bairro, encontra seu reduto em Santa, como preferem chamar os apaixonados pelo local. Tudo o que existe e se sabe sobre Santa Teresa é também um pouco da história do Rio. Mas para o visitante parece um local à parte, com características próprias.<br /><br />As ruas estreitas e sinuosas por onde passam os velhos bondes, os únicos que ainda circulam em todo o Brasil, são mais uma peculiar atração do bairro. Os charmosos veículos começaram a circular no século passado, movidos por tração animal e posteriormente por eletricidade. Remanescentes de uma época romântica, foram tombados como patrimônio histórico e ainda passeiam por trilhas perfeitamente preservadas, levando o visitante a uma releitura do passado.<br /><br />O bonde sai do centro da cidade, passa sobre os Arcos da Lapa e segue a rota do tempo no sobe-e-desce das ladeiras de Santa Tereza. O ponto de partida é a estação no Largo da Carioca: a estação fica bom perto da sede da Petrobrás, na Rua Lélio Gama. O lugar tem um jardim encantador e revela um pouco do que se vai encontrar nesse passeio.</span></p>
</p>
<p>
<p><span><em><strong>Largo do Curvelo<br /></strong></em><br />O bonde chega à Rua Almirante Alexandrino, a mais antiga do bairro. Nela se encontra a Casa Navio, inspirada no convés de uma embarcação, pura ousadia arquitetônica. E é dessa mesma rua que se tem a visão surpreendente do Castelo de Valentim, uma fortaleza erguida em estilo neo-romântico. Construído no final do século 19, foi residência do comendador Antônio Valentim, projetada por seu filho. Hoje o imóvel funciona como um prédio de apartamentos. Por ali, um mirante descortina uma bela paisagem da Baía de Guanabara.</span></p>
</p>
<p>
<p><span><strong><em>Largo do Guimarães e Largo das Neves<br /></em><br /></strong>O bonde entra no coração do bairro. Agora é só aproveitar e viver a boemia típica de Santa Teresa. No Largo do Guimarães se concentram os mais badalados restaurantes e bares, que oferecem cerveja gelada e ótimos aperitivos. Entre eles, Bar do Mineiro, Bar do Arnaudo (comida nordestina), Sobrenatural (frutos do mar) e Adega do Pimenta (alemão). Quando anoitece, o agito toma conta do lugar. Artistas e intelectuais passeiam por todos os lados, com muita gente bonita e música popular brasileira. Seguindo os trilhos do bonde chega-se ao Largo das Neves, onde se encontra um belo casario de 1850 e a Igreja de Nossa Senhora das Neves, de 1860, além de mais uma série de bares muito concorridos. O local é o ponto final da condução e por ali vale a pena degustar o caldo verde do Bar do Goyabeira, os sanduíches do Café das Neves ou os pastéis de camarão do Santa Saideira.</span></p>
</p>
<p>
<p><span><strong><em>Parque das Ruínas</em></strong></span></p>
<p><span>O Parque das Ruínas se torna um belíssimo mirante que deixa o Rio de Janeiro aos seus pés. De lá, tem-se uma visão extraordinária do centro da cidade e de toda a orla do Rio – desde o Aeroporto Santos Dumont até a Urca. Logo abaixo estão os Arcos da Lapa. Aberto ao público, o Parque foi o que restou do Palacete Murtinho Nobre, onde morou Laurinda Santos Lobo. A casa foi um dos pontos mais efervescentes da vida cultural carioca durante muitos anos, até a morte da anfitriã, em 1946. A Prefeitura fez renascer das ruínas a cultura que ali existiu. O parque abriga uma sala de exposições, auditório e cafeteria, garantindo conforto a shows musicais, happy hours e leitura de textos literários. Nas áreas ao ar livre se destacam concorridos shows e uma programação especial para as crianças nos finais de semana. Com três andares, a casa chama atenção também por sua arquitetura e estilo - tijolos aparentes combinados harmoniosamente com estruturas metálicas e de vidro.</span></p>
</p>
<p>
<p><strong><em><span>Centro Cultural Laurinda Santos Lobo</span> </em></strong></p>
</p>
<p>
<p><span>Numa bonita casa do bairro, foi inaugurado em 1979 este centro cultural, que presta homenagem a Laurinda Santos Lobo. Laurinda foi uma mulher especial que no início do século praticamente comandou a vida intelectual do Rio, promovendo saraus e dando vida e graça a Santa Teresa. O acervo fotográfico da casa mostra Laurinda em atividade e transporta o visitante à Santa Teresa dos tempos da Laurinda Santos Lobo. O centro possui também salas de vídeo e espaços para exposições.</span></p>
</p>
<p>
<p><strong><em><span>Museu Casa de Benjamin Constant</span> </em></strong></p>
</p>
<p>
<p><span>O bonde passa por uma belíssima chácara, onde viveu Benjamin Constant, líder do movimento republicano. Sua residência foi transformada em museu e totalmente restaurada com móveis, livros, objetos, fotografias e acervos de artes plásticas. A área que circunda o museu é totalmente arborizada e ideal para um descanso rápido até a próxima parada. Não confunda o Museu com o Instituto Benjamin Constant, que funciona no bairro da Urca. Neste último, o nome de Benjamim aparece porque foi ele quem fundou e dirigiu por muitos anos o Instituto de Meninos Cegos.</span></p>
</p>
<p>
<p><strong><em><span>Museu Chácara do Céu</span> </em></strong></p>
</p>
<p>
<p><span>Raymundo Castro Maya foi um empresário bem sucedido, que se dedicou à vida cultural da cidade como mecenas e colecionador. É o gancho para mais uma chácara do bairro, herdada por Castro Maya em 1936. A construção da residência foi projetada em 1957 pelo arquiteto modernista Wladimir Alves de Souza. Lá, funciona agora o Museu Chácara do Céu que, para deleite do visitante, possui um acervo com importantes obras de arte moderna, com destaques para as assinadas por Portinari, Di Cavalcanti, Guinard, Picasso, Matisse e Dalí. Em pinturas, aquarelas e gravuras, o Brasil do século 19 é mostrado por viajantes como Debret e Taunay.<br />Endereço: Estação de Bondes - ao lado do Aqueduto da Carioca, na Rua Lélio Gama.</span></p>
</p>
<p>
<p><strong><span>Jardim Botânico</span> </strong></p>
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<p><span>Um verdadeiro santuário ecológico. Assim pode ser definido o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, um dos dez mais importantes do gênero no mundo, que além de abrigar as mais raras espécies de plantas da flora brasileira e de outros países, é uma ótima opção de lazer para crianças e adultos e um deleite para aqueles que querem contemplar a natureza. Um passeio pelas alamedas do parque, onde animais silvestres fazem parte do cenário ao som da melodia do canto de curiós e sabiás que habitam o lugar, deixam o público fascinado.<span class="apple"> <br /></span><br />A exuberância da natureza toma conta do visitante que, deslumbrado pelo colorido e a variedade da flora, captura imagens de todos os cantos, imagens que ficarão registradas na memória e na alma. Entre os cerca de 8200 exemplares da coleção viva do jardim, as atrações ficam por conta de palmeiras imperiais e espécies em extinção, como o pau-brasil, o aracá amarelo e o pau mulato, os canteiros medicinais e os jardins japonenes, sensorial e rotário.<br /><br />O orquidário, é um espetáculo à parte. Seus três mil exemplares de 600 espécies diferentes deixam qualquer um sensibilizado pela sua rara beleza. Desde 1996, o joalheiro Antônio Bernardo adotou a coleção, assumindo a responsabilidade pela recuperação e manutenção das plantas. Outras atrações são o bromeliário, com cerca de 1700 bromélias de diversas formações, o violetário, a estufa das plantas insetíforas - que capturam e digerem insetos, a coleção dos cactos, considerada uma das maiores do Brasil e a coleção de plantas medicinais. Uma parada obrigatória é a visitação aos seis lagos do Jardim, que abrigam belíssimas espécies de vitórias régia, lótus, papirus e água-pé. Entre eles, o Lago do Frei Leandro, que ganhou um projeto paisagístico e está totalmente recuperado.<br /><br />Fundado em 13 de junho de 1808 por D. João VI, príncipe regente na época, o Jardim Botânico foi criado com o objetivo de aclimatar as especiarias vindas das Índias Orientais. As primeiras plantas que chegaram, vieram das ilhas Maurício, do jardim La Plampemousse, oferecidas a D.João, por Luiz de Abreu Vieira e Silva. Entre elas estava a Palma Mater, uma das palmeiras imperiais mais antigas do Jardim.<br /><br />Ao longo de quase dois séculos de existência, já recebeu os nomes de Real Horto, Real Jardim Botânico, Jardim Botânico do Rio de Janeiro e, em 1996, virou Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pela sua importância histórica, cultural, científica e paisagista, ele também foi reconhecido internacionalmente como um Museu Vivo na área da Botânica e definido pela Unesco como uma das reservas da biosfera. Nos seus 194 anos de vida é um exemplo de continuidade no que diz respeito à sua missão, como área voltada para a pesquisa botânica, e conservação das coleções.</span></p>
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<p><span>Endereço: Rua Jardim Botânico, 920 (pedestres)e 1008 (veículos) - Jardim Botânico<br />Site:<span class="apple"> </span><a href="http://www.jbrj.gov.br/"><span>www.jbrj.gov.br</span></a></span></p>
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<p><strong><span>Ilha Fiscal</span> </strong></p>
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<p><span>A Ilha Fiscal foi primeiramente denominada Ilha dos Ratos. O nome se referia ao grande número de ratos que teriam vindo fugidos das cobras da Ilha das Cobras. Havia, numa outra versão, umas pedras cinzentas espalhadas pela ilha que se assemelhavam a ratos, à distância.<br /><br />A construção foi executada com extrema qualidade e os profissionais que trabalharam, cada um em seu ofício, merecem destaque : o trabalho em cantaria é de Antonio Teixeira Ruiz, Moreira de Carvalho se encarregou dos mosaicos do piso do torreão, um trabalho primoroso feito com diversos tipos de madeira. Os vitrais foram importados da Inglaterra, o relógio da torre é de Krussman e Cia., os aparelhos elétricos da Seon Rode. A pintura decorativa na parede é de Frederico Steckel e as agulhas fundidas foram feitas por Manuel Joaquim Moreira e Cia. O prédio da Ilha Fiscal foi inaugurada no início de 1889 pelo imperador.<br /><br />Na revolta da Armada em 1893 a Ilha Fiscal foi bastante danificada por projéteis que atingiram suas paredes, além de danificarem os vitrais e os móveis. Depois de alguns anos o prédio foi passado do Ministério da Fazenda para o Ministério da Marinha, numa troca efetuada em 1913.<br /></span><span><br />O famoso baile da Ilha Fiscal, foi um evento em homenagem à tripulação do couraçado chileno Almirante Cochrane, para cerca 5 mil convidados. Com essa recepção, o Império reforçava os laços de amizade com o Chile, bem como tentava reerguer o prestígio da Monarquia, bastante abalado pela propaganda republicana. A maior festa até então realizada no Brasil ocorreu pouco após a inauguração da ilha. Falou-se muito da música (valsa e polca), e do cardápio (uma imensa quantidade de garrafas de vinho e comidas exóticas) dessa festa. O comportamento dos participantes foi largamente explorado (a imprensa da época - sec. XIX – noticiou que peças íntimas foram encontradas na ilha depois da festa), curiosidades que ainda atraem historiadores hoje. O luxo e as extravagâncias com que se apresentaram os convidados geraram todo tipo de comentários.<br /><br />A república foi proclamada seis dias depois do baile, e o imperador embarcou no mesmo Cais Pharoux de onde partiam os ferry-boats para levar os convidados para o baile. Vale observar que o cais Pharoux, no centro do Rio, hoje é conhecido como Praça Quinze, onde recentemente recuperaram-se as escadarias utilizadas para o embarque para a Ilha. Em 2001 o espaço passou por intensos trabalhos de restauração, coordenados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A partir das obras, foi recuperado o esplendor das pinturas decorativas do teto, das paredes e do piso de parquê do torreão. Também a parte externa do edifício voltou a exibir sua cor original. De quinta à domingo, tours guiados permitem explorar cada canto da construção, uma das preferidas de D. Pedro II. Entre os atrativos, os salões que abrigam exposições temporárias e permanentes que revelam a história da Ilha e da Marinha, a coleção de vitrais e os trabalhos em cantaria - colunas, arcos, florões e símbolos imperiais.<br /><br />O passeio tem início em grande estilo: partindo do cais do Espaço Cultural da Marinha, a pequena travessia é feita a bordo da escuna Nogueira da Gama.</span></p>
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<p><span>Endereço: Av. Alfredo Agache, no final da Praça Quinze – Centro, Rio de Janeiro, RJ.</span></p>
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<p><strong><span>Pão de Açúcar<span class="apple"> </span></span> </strong></p>
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<p><span>Idealizado em 1908 pelo engenheiro brasileiro Augusto Ferreira Ramos e inaugurado no dia 27 de outubro de 1912, o bondinho do Pão de Açúcar completa 100 anos em 2012. Primeiro teleférico instalado no Brasil e terceiro no mundo, é um dos mais importantes ícones do turismo carioca, tornando-se uma das principais marcas registradas da cidade do Rio de Janeiro. Desde sua inauguração até a data do aniversário, o teleférico transportou 31 milhões de turistas. Nos meses de dezembro, janeiro, fevereiro e julho – de alta temporada – a freqüência diária chega a três mil pessoas.<br /><br />Nestas nove décadas de funcionamento, o bondinho recebeu a visita de turistas de todos os cantos do mundo, dentre os quais, personalidades, autoridades e artistas, como Einstein – que lá esteve em 1925 -, os ex-presidentes dos Estados Unidos, John Kennedy, do Brasil, José Sarney, e da Polônia, Lech Walesa; os cantores Roberto Carlos e Sting; os jogadores Ronaldinho e Romário; os atores Roger Moore e Robert de Niro; as atrizes Gina Lolobrigida, Brooke Shields e Sônia Braga, e muitos outros famosos.<br /><br />O complexo turístico é formado por três estações – a da Praia Vermelha, Morro da Urca e Pão de Açúcar – interligadas por quatro bondinhos – dois no trecho Praia Vermelha/Morro da Urca e dois no trecho Morro da Urca/Pão de Açúcar. O Morro da Urca tem 220m de altura e o do Pão de Açúcar, 396m.<br /><br />Vegetação Rara: cercado por uma vegetação característica do clima tropical, com resquícios de Mata Atlântica, possui espécies nativas que em outros pontos da vegetação litorânea brasileira já foram extintas, e também raras espécies vegetais, como a orquídea “laelia lobata”, que só floresce em dois locais no planeta: no morro do Pão de Açúcar e na Pedra da Gávea, ambos no Rio de Janeiro. Montanha brasileira com o maior número de vias de escaladas (até 1997 existiam 38), o Pão de Açúcar recebe diariamente centenas de alpinistas, montanhistas e ecologistas brasileiros e estrangeiros.<br /><br />Pólo Cultural: além de marco turístico e ecológico da cidade do Rio de Janeiro, o complexo também foi um importante pólo cultural. Na década de 70, passou a abrigar no anfiteatro do Morro da Urca – chamado “Concha Verde” – shows musicais que lançaram grandes talentos da música brasileira, numa programação que chegou a reunir 50 mil pessoas por ano. A Concha Verde também foi palco de badalados bailes carnavalescos, entre 1977 e 1987, como o internacionalmente famoso “Sugar Loaf Carnival Ball”. Atualmente, o anfiteatro recebe exposições de artes, conferências de empresas, coquetéis de lançamento de produtos, jantares e festas.</span></p>
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<p><span>Site:<span class="apple"> </span><a href="http://www.bondinho.com.br/"><span>www.bondinho.com.br</span></a></span></p>
<p><strong><span>Forte de Copacabana</span> </strong></p>
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<p><span>Construído em 1914, com o objetivo de reforçar a defesa da Baía de Guanabara, o Forte de Copacabana oferece aos seus visitantes muitas curiosidades e atrações. No Museu Histórico do Exército, fatos marcantes estão registrados através de exposições, exibições de vídeo, maquetes e, até, um setor interativo, original e bastante visitado pelos frequentadores do Forte. Tudo com direito a uma vista panorâmica de um dos pontos mais belos de toda a nossa Costa.<br /><br />Endereço: Praça Coronel Eugênio Franco, 01 – Copacabana, Rio de Janeiro, RJ.</span>  </p>
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<p><span><strong>Teatro Municipal</strong></span>
<p><span><br />Em plena Cinelândia, próximo à Biblioteca Nacional, ao Museu Nacional de Belas Artes e ao Palácio Pedro Ernesto, o Teatro Municipal chama atenção não só por sua concepção arquitetônica como também pela imponência de sua fachada e a beleza de seu interior. Os materiais nobres empregados em sua construção, como o mármore de Carrara, de veios coloridos, os bronzes e os ônix, os espelhos, o mobiliário, aliados a pinturas e esculturas, fazem deste teatro, cuja capacidade é de 2.200 pessoas, um verdadeiro templo da cultura. E um sucesso turístico tão grande quanto os espetáculos que nele são realizados.<br /> <br />Endereço: Praça Marechal Floriano, s/nº - Centro<br />Visitação: Agendar visitas.</span>  </p>
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<p>Para outros pontos turísticos que não tenha encontrado aqui, acesse: <a href="http://www.rioguiaoficial.com.br/">www.rioguiaoficial.com.br</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/centros-culturais">
    <title>Centros Culturais</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/centros-culturais</link>
    <description>Paço Imperial, Casa França Brasil e CCBB são boas dicas para quem gosta de cultura e gastronomia</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p><a class="external-link" href="http://www.fcfb.rj.gov.br">Casa França-Brasil <br /></a></p>
<p>A Casa França-Brasil é um dos principais espaços culturais do Rio de Janeiro. Desde a sua inauguração em 1990, consolidou-se como um lugar privilegiado para a realização de exposições, performances e apresentações musicais. A Casa reafirma-se como um espaço plural, palco de manifestações artísticas variadas. Com Sala de Leitura e os espaços gastronômico e de convivência, a Casa oferece mais opções de entretenimento, conforto e lazer ao visitante. A Casa ainda disponibiliza o serviço de internet sem fio para os visitantes que desejem acessar a rede com seus notebooks e bicicletário gratuito.<br /><br />Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 78 – Centro, Rio de Janeiro, RJ.<br />Telefone: (21) 3232-5120 <br />Visitação: Terça a domingo, das 10 às 20h.</p>
<p><a class="external-link" href="http://www.bb.com.br/portalbb/home22,128,10151,0,0,1,1.bb?codigoMenu=9887">Centro Cultural Banco do Brasil<br /></a></p>
<p>O Centro Cultural Banco do Brasil ocupa o histórico prédio de linhas neoclássicas que, no passado, esteve ligado às finanças e aos negócios. Sua pedra fundamental foi lançada em 1880 e, na década de 20, passou a pertencer ao Banco do Brasil, que o reformou para abertura de sua Sede. Esta função tornou o edifício emblemático do mundo financeiro nacional e duraria até 1960, quando cedeu lugar à Agência Centro do Rio de Janeiro e depois à ‘Agência Primeiro de Março’, ainda em atividade. No final da década de 80, resgatando o valor simbólico e arquitetônico do prédio, o Banco do Brasil decidiu pela sua preservação ao transformá-lo em um centro cultural. Com 17 mil metros quadrados, o CCBB RJ integra muitos espaços num só, onde a arte está permanentemente em cartaz. <br /><br />Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro, Rio de Janeiro, RJ <br />Telefone: (21) 3808-2020<br />Visitação: Terça a domingo, das 9h às 21h.</p>
<p><a class="external-link" href="http://www.pacoimperial.com.br/historico.aspx">Paço Imperial <br /></a></p>
<p>Desde 1985, o Paço Imperial é um centro cultural vinculado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Ministério da Cultura. A restauração do prédio foi orientada pela perspectiva de reabilitar e valorizar as marcas deixadas pelas diferentes fases históricas e suas sucessivas intervenções. O Paço Imperial possui um rico espaço multicultural com programação diversificada de artes plásticas, cinema, teatro, música, biblioteca, atividades educativas, seminários e serviços de lojas e restaurantes. A linha de atuação adotada encontra uma metáfora concreta na restauração, feita entre 1982 e 1985, que mescla elementos originais do prédio com outros contemporâneos.<br /><br />Endereço: Praça XV de Novembro, 48 – Centro, Rio de Janeiro, RJ.<br />Visitação: Segunda a sexta-feira, de 9 às 18hs.<br />Telefone: (21) 25334407 ramal 250</p>
<p><a class="external-link" href="http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home">Academia Brasileira de Letras<br /><br /></a>A Academia Brasileira de Letras é uma instituição que foi fundada em 20 de julho de 1897. Composta por 40 membros efetivos e perpétuos, eleitos em votação secreta e 20 sócios correspondentes estrangeiros, tem por fim o cultivo da língua e a literatura nacional e a preservação da memória de acervos arquivísticos e museológicos relacionados com a história da Academia e com a vida e a obra dos Patronos, Membros Efetivos e Sócios Correspondentes.<br /><br />Endereço: Av. Presidente Wilson 203, Castelo - Rio de Janeiro, RJ.<br />Telefone: (21) 3974-2500<br />Visitação: Segunda a sexta-feira, das 10 às 18h.</p>
<p><a class="external-link" href="http://www.realgabinete.com.br">Real Gabinete Português de Leitura<br /></a><br />Conhecido como a Catedral da Cultura Portuguesa, o Real Gabinete Português de Leitura é uma instituição notável pelo seu prestígio nos meios intelectuais, pela beleza arquitetônica do edifício da sua sede, pela importância do acervo bibliográfico. Entre as obras mais raras, o Gabinete reúne a edição "prínceps" de "Os Lusíadas", de 1572; as "Ordenações de Dom Manuel" por Jacob Cromberger, editadas em 1521; os "Capitolos de Cortes e Leys que sobre alguns delles fizeram", editados em 1539; "A verdadeira informaçam das terras do Preste Joam, segundo vio e escreveo ho padre Francisco Alvarez", de 1540. Possui ainda manuscritos autógrafos do "Amor de Perdição", de Camilo Castelo Branco e o "Dicionário da Língua Tupy”, de Gonçalves Dias, além de centenas de cartas de escritores.<br /><br />Endereço: Rua Luís de Camões, 30 - Centro - Rio de Janeiro, RJ.<br />Telefone: (21) 2221-3138 / Tel/Fax: (21) 2221-2960<br />Visitação: Segunda a sexta-feira, das 9 às 18h.<br /><br /><a class="external-link" href="http://www.casadaciencia.ufrj.br">Casa da Ciência da UFRJ<br /><br /></a>Inaugurada em 1995, a Casa da Ciência – Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da UFRJ – vem se constituindo como um centro de popularização da ciência que explora as diversas áreas do conhecimento, por meio de linguagens variadas – teatro, exposições, música, oficinas, cursos, palestras, seminários e audiovisual. O espaço possui cerca de 3 mil m² de área distribuídos entre Salão de Exposição, Auditório, Áreas de apoio e lazer, Administração e Serviços. <br /><br />Endereço: Rua Lauro Müller, 3 – Botafogo, Rio de Janeiro, RJ.<br />Telefone: (21) 2542-7494<br />Visitação: Terça a sexta-feira, das 9 às 20h / Sábados, domingos e feriados, das 10 às 20h.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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    <dc:date>2011-11-11T15:25:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/museus">
    <title>Museus</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/museus</link>
    <description>Saiba sobre horário de funcionamento, local e compra de ingressos para os principais museus da cidade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.mnba.gov.br/">Museu Nacional de Belas Artes</a></strong><b><br /><br /></b>Endereço: Av. Rio Branco, 199 - Centro (Cinelândia), Rio de Janeiro, RJ.<br />Telefone: (21) 2219-8474 - Fax: (21) 2262-6067<br />Visitação: Terça a sexta-feira das 10 às 18h / Sábados, domingos e feriados das 12 às 17h.<br />Ingressos: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00. Grátis aos domingos. Venda de ingressos e entrada de visitantes até 30 min antes do fechamento do Museu.</p>
<p><strong><a href="http://www.mamrio.com.br/">Museu de Arte Moderna</a></strong></p>
<p>Endereço: Av Infante Dom Henrique 85 - Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ<br />Telefone: (21) 2240-4944<br />Visitação: Terça a sexta-feira das 12 às 18h/ Sábados, domingo e feriados das 12 às 19h.<br />Ingressos: R$8,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso). Maiores de 60 anos, estudantes maiores de 12 anos e conveniados Unimed Rio R$4,00. <br />Domingos ingresso família até 5 pessoas R$8,00. Cinemateca R$5,00 (maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos  R$2,00). A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.<br /><br /><a href="http://www.museunacional.ufrj.br/"><strong>Museu Nacional</strong></a></p>
<p>Endereço: Parque da Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, no Rio de Janeiro, RJ.<br />Telefone: (21) 2562-6900<br />Visitação: Aberto ao público de terça a domingo das 10 às 16h.<br />Ingresso: O valor normal do ingresso é de R$ 6,00. No entanto, devido às obras de restauração do prédio está sendo concedido aos visitantes ingresso promocional no valor de R$ 3,00. Maiores de 60 anos, professores, funcionários e alunos da UFRJ (devidamente identificados) e deficientes físicos têm direito a gratuidade.<br /><br /><a href="http://www.museudarepublica.org.br/principal2.html"><strong>Museu da República</strong></a></p>
<p>Endereço: Rua do Catete, 153 – Catete, Rio de Janeiro, RJ.<br />Telefone: (21) 3235-3693<br />Visitação: Terça a sexta-feira, das 10 às 12h e das 13 às 17h / Sábados, domingos e feriados, das 14 às 18h.<br /><br /><strong><a href="http://www.museuhistoriconacional.com.br/">Museu Histórico Nacional</a></strong></p>
<p>Telefone: (21) 2550-9220 / 2550-9224 <br />Visitação: Terça a sexta-feira, das 10 às 17h30  / Sábados, Domingos e Feriados - das 14 às 18h<br />Ingresso: R$ 6,00. Crianças até cinco anos de idade; sócios do International Council of Museum; funcionários do IPHAN e do IBRAM; alunos e professores das escolas públicas federais, estaduais e municipais; brasileiros maiores de 65 anos; e estudantes de museologia têm gratuidade. Aos domingos, a entrada é franca.<br /><br /><strong><a href="http://www.casaruibarbosa.gov.br/">Museu Casa de Rui Barbosa</a></strong></p>
<p>Endereço: Rua São Clemente, 134 – Botafogo, Rio de Janeiro, RJ<br />Telefone: (21) 3289-4600<br />Visitação: Terça a sexta-feira, das 10 às 18h. Na última, terça-feira do mês aberto até às 20h. / Sábados, domingos e feriados das 14 às 18h, com a última entrada 30 minutos antes do fechamento. <br />Ingresso: R$ 2,00. Menores de 10 anos e maiores de 65 anos não pagam ingresso. Entrada franca aos domingos. </p>]]></content:encoded>
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    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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    <dc:date>2011-11-11T15:15:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/a-cidade-que-se-reinventa-1">
    <title>A Cidade Que Se Reinventa</title>
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    <description>Conheça algumas histórias e iniciativas que fazem do Rio um lugar muito especial</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span> </span></strong></p>
<p><strong><span>ZONA SUL</span></strong><b><span><br /><br /><strong><span>Feira das Laranjeiras</span></strong><span class="apple"> </span><br /></span></b><span><br />Comprar frutas, legumes e verduras frescas em feiras livres pode ser uma boa forma para manter uma alimentação saudável, mas também pode se tornar um passeio cultural surpreendente. A tradicional feira da Rua General Glicério, em Laranjeiras, é um bom exemplo de como os cariocas transforam a rotina das compras para a casa em um divertido ponto de encontro para ouvir boa música, degustar petiscos, ver artesanatos e ainda abastecer a geladeira. Após fazer a feira, vale a pena passar na barraca de Pastel &amp; Caldo de Cana do Bigode e provar o pastel de carne seca, de palmito, ou o croquete de aipim com carne (todos deliciosos!). As barracas de artesanato deixam o passeio ainda mais especial, mas não para por aí. Na barraca do Luizinho, com seus drinks especiais e CDs raros, tem muita coisa boa e grandes promoções. Aos poucos se percebe a movimentação de músicos e seus instrumentos que se juntam a vizinhos e visitantes para uma boa roda de Chorinho. E é aí que a tarde fica mais agradável e animada. Mas atenção à dica! A feira começa cedinho e não vale a pena comprar peixe. Não que o peixe não seja bom e fresquinho, pelo contrário. Mas a feira na General tem muitos atrativos e se você for aproveitar tudo, o seu peixe vai chegar tarde em casa.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Largo do Boticário</span></strong><b><br /><br /></b>Quem passa pela Rua Cosme Velho, indo ou vindo do Túnel Rebouças, dificilmente repara um pequeno beco (Beco do Boticário) que dá entrada para o charmoso Largo do Boticário. São apenas 8 casas em estilo neocolonial, rodeadas pela mata atlântica e onde ainda se ouve o rio Carioca correndo a céu aberto. O Largo passou a existir a partir de 1879 e suas casas já sofreram muitas reformas e continuam precisando de cuidados, mas mesmo assim o local continua atraindo turistas e levando o visitante a uma tranquila e bucólica viagem no tempo. O nome Boticário foi dado porque lá morava o Sargento Joaquim da Silva Souto, militar reformado conhecido pelo preparo de unguentos e xaropes, um boticário. Quem passar pelo Largo, talvez encontre com o aquarelista Solar Barrios, um chileno que já viajou o mundo e muitas vezes divulga seu trabalho ali. Simpático, ele acaba fazendo a vez de guia turístico local, por conhecer bem a história do Largo e de seus moradores.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Mureta da Urca</span></strong><b><br /><br /></b>Situada às margens da Baía de Guanabara, a Mureta da Urca é um dos destinos obrigatórios ao passar pelo Rio de Janeiro. Em um dos mais belos cartões postais do mundo com vista para o Cristo Redentor e à entrada do histórico Forte São João, é possível caminhar por um dos bairros mais charmosos da cidade, onde já funcionaram um cassino e uma emissora de TV. A dica é ir à Mureta no finzinho da tarde, quando famílias e amigos se reúnem para botar o papo em dia e admirar o por do sol. Ao passear pela Mureta vale a pena dar uma paradinha no Bar Urca, um dos mais tradicionais da cidade, e conhecer os ‘Gomes’ - três gerações de ‘Armandos’ (pai, filho e neto) cativam seus clientes servindo seus melhores petiscos de manhã até à noite.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>CENTRO</span></strong><b><br /><br /><strong><span>Saara</span></strong><span class="apple"> </span><br /><br /></b>70 mil pessoas por dia passam pela Saara, o maior comércio popular a céu aberto da América Latina. As onze ruas e mais de 1200 lojas concentradas no retângulo formado pela Avenida Presidente Vargas, Rua dos Andradas, Rua Buenos Aires e pelo Campo de Santana, no Centro do Rio, receberam o apelido carinhoso de ‘Pequena ONU’ em função da união de comerciantes chineses, árabes, libaneses, peruanos, indianos, brasileiros e outros que, em 1962, fundaram a ‘Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega’ – a SAARA. Nela é possível encontrar a maior variedade de mercadorias do Rio de Janeiro que vão desde temperos, conservas, grãos, artigos orientais e natalinos, bacalhau, docerias, produtos naturais, roupas, brinquedos, calçados, artigos esportivos, artigos de beleza e estética, artigos de decoração, artigos de festa, produtos eróticos até fantasias de carnaval. Os restaurantes da Saara são uma ótima dica para aqueles que apreciam a gastronomia oriental. Ao passear pelas vitrines do comércio não deixe de prestar atenção aos divertidíssimos comerciais de ofertas e promoções, anunciados pela Rádio Saara, que expressam o bom humor e criatividade dos cariocas.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Pedra do Sal</span></strong><b><br /><br /></b>Conhecida como a ‘Pequena África’, a Pedra do Sal é um local de especial importância para a cultura negra carioca, onde se encontra a comunidade ‘Remanescentes de Quilombos da Pedra do Sal’. Sua história data de 1608, quando um grupo de baianos se instala numa zona de ruas tortuosas e becos em torno da Pedra, onde funcionava um mercado de escravos próximo ao Cais do Porto do Rio de Janeiro. Atualmente, a Pedra do Sal é um dos lugares mais prestigiados pelos amantes do samba e do choro que se reúnem nas noites de segunda e quarta-feira para ouvir boa música. E isso não é por acaso, pois a Pedra é conhecida por ter sido frequentada por grandes sambistas do passado como Pixinguinha, Donga, João da Baiana e Heitor dos Prazeres.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Confeitaria Colombo</span></strong><b><br /><br /></b>Chiquinha Gonzaga, Olavo Bilac, Rui Barbosa, Villa-Lobos, Lima Barreto, José do Patrocínio, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek são alguns dos clientes famosos que frequentaram a Confeitaria Colombo. Fundada em 1894, na estreita Rua do Ouvidor, a Confeitaria ainda preserva a luxuosa decoração e riqueza do Rio de Janeiro de D. Pedro II, quando o bairro do Centro era frequentado por homens de negócios e damas da alta sociedade. Quase 120 anos depois, a Confeitaria Colombo mantém a luxuosa decoração e o tradicional chá da tarde, na mesma estreita Rua do Ouvidor, encravada entre lojas de departamentos e importados, escritórios de multinacionais, agências bancárias e ambulantes que abusam da criatividade para anunciar os últimos lançamentos made in China.<br /><br /><strong><span>Feira da Lavradio</span></strong><b><br /></b><br />Moradia e local de encontro de poetas, escritores, políticos e artistas que movimentaram a cidade no início do século XX, a Rua do Lavradio guarda uma importância cultural e arquitetônica que pode ser apreciar na beleza neoclássica de suas fachadas assobradadas. Ali também nasceu o jornal "Tribuna da Imprensa", do qual o seu antigo proprietário, o jornalista Carlos Lacerda, na década de 1950, sustentou uma campanha política contra o segundo governo de Getúlio Vargas. Percebendo o valor cultural da via, em 1997, um grupo de antigos comerciantes se mobilizou para transformar uma das primeiras ruas residenciais do Rio de Janeiro num polo cultural com concorridos bares e restaurantes e uma das mais prestigiadas feiras de antiguidades da cidade. Com mais de 350 expositores, a Feira da Lavradio acontece sempre no primeiro sábado de cada mês, quando os visitantes caem no samba e revivem a boemia da Lapa.<br /><br /><strong><span>Mercado das Pulgas</span></strong><b><br /></b><br />O Mercado das Pulgas é uma tradicional feira de artesanato que acontece todo 1º domingo do mês, reúne artistas plásticos e artesãos de diversos segmentos. A feira tem entrada franca e acontece em um antigo casarão do Largo dos Guimarães, onde funciona a sede do Centro Social João Fernandes, em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. No local são montadas barracas onde os autores exibem suas obras, e os visitantes ainda dispõem de praça de alimentação com doces e salgados artesanais. Mas é importante lembrar-se da dica da cantora Adriana Calcanhoto: “cariocas não gostam de dias nublados!”. Por isso, em caso de chuva, não há evento.<br /><br /><strong><span>ZONA NORTE</span></strong><b><br /><br /><strong><span>Casa de Banho de D. João VI</span></strong><br /></b><br />Localizado na zona pontuaria do Rio de Janeiro, o Solar do Caju guarda um pedaço curioso da história do Brasil, pois foi frequentado por D. João VI, que seguindo recomendações médicas, procurou as águas da praia do Caju para se curar de uma mordida de carrapato na perna. Por não gostar muito de contato com água, o monarca só aceitou tomar os banhos curativos se fosse pendurado em uma espécie de tina, que permitia que apenas suas pernas se molhassem. Para não contrariar a vontade do Rei, o Solar do Caju foi adaptado e ficou para sempre conhecido como ‘Casa de Banho de D. João VI’. Hoje funciona no imóvel o Museu da Limpeza Urbana, onde são realizadas ações educativas, culturais e de lazer, como exposições, seminários, espetáculos musicais, teatrais e de dança. Ao visitar o museu é possível conhecer os primeiros uniformes desenhados para garis, equipamentos utilizados para recolher o lixo, miniaturas de veículos e de carruagens, entre outros objetos.<br /><br /><strong><span>CADEG</span></strong><b><br /><br /></b>Após cinco décadas de atritos e desgaste com governantes do Rio de Janeiro, em 1957, os comerciantes que ocupavam o Mercado Municipal no centro da cidade decidiram se unir para comprar uma antiga fábrica de cigarros, na Rua Capitão Félix n° 110, no bairro de Benfica. Nascia ali o CADEG (Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara), um dos mais tradicionais polos comerciais da cidade, com distribuidoras de alimentos e bebidas, e o maior centro de distribuição de flores do Rio de Janeiro. Aberto 24 horas, o CADEG não para. À noite, primeiro abrem os bares, por volta das 20h. Depois, à meia-noite, é a hora das frutas, verduras e legumes. É o que podemos chamar de intensa movimentação noturna! No mercado das flores, os comerciantes começam a chegar de madrugada, lá pelas duas da manhã. Dá-se início a um imenso espetáculo, com carregamentos e mais carregamentos de todos os tipos. Chegam os caminhões cheios de violetas, rosas, lírios, orquídeas, copos de leite... um verdadeiro encanto. E se estes não são motivos suficientes para garantir uma visita ao CADEG, cabe registrar que o lugar é um dos polos gastronômicos mais frequentados pelos cariocas.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Feira de São Cristóvão</span></strong><b><br /><br /></b>Tudo começou em 1945, quando os caminhões pau-de-arara vindos de vários estados do Nordeste, chegavam ao Campo de São Cristóvão trazendo retirantes nordestinos para trabalhar na construção civil, onde já tinham vaga garantida. O encontro dos recém-chegados com parentes e outros conterrâneos era animado com música e comida nordestinas, dando origem à Feira de São Cristóvão. Durante 58 anos, a tradicional Feira permaneceu no Campo de São Cristóvão, debaixo das árvores. Em 2003, as barracas foram transferidas para dentro do antigo Pavilhão reformado pela Prefeitura do Rio e transformado no Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas. Hoje a Feira de São Cristóvão é o destino preferido dos cariocas que apreciam a culinária, o artesanato, os trios e bandas de forró, cantores e poetas populares, e a literatura de cordel nordestina. Detalhe: a Feira é um sucesso e atrai cerca de 250 mil visitantes por mês.<br /><br /><strong><span>Samba do Trabalhador</span></strong><b><br /></b><br />Uma festa que acontece toda segunda-feira a partir das duas da tarde e se chama "Samba do Trabalhador" pode parecer só uma piada. Mas não é bem isso. O Samba do Trabalhador é uma festa em homenagem ao dia de folga dos músicos que geralmente descansam às segundas-feiras, mas não deixa de ser uma provocação à cidade. A roda de samba acontece no Clube Renascença, um dos símbolos de afirmação negra no Rio de Janeiro. Fundado no final dos anos de 1950, o Renascença foi criado como uma alternativa de inclusão social, após alguns negros terem sido impedidos de ingressar em uma festa de um famoso clube carioca, frequentado pela classe média branca da cidade. Cravado no coração do bairro de Vila Isabel, o clube guarda uma particularidade: um pátio com uma grande Caramboleira que tem dado frutas, que caem maduras para deleite do público e dos sambistas.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Mercadão de Madureira</span></strong><b><br /></b><br />No ano de 1914, comerciantes de produtos agropecuários começavam a se organizar em uma pequena feira livre, localizada onde hoje é a quadra da Escola de Samba Império Serrano. Nascia o primeiro Mercado de Madureira, que em pouco tempo se tornaria o maior centro de distribuição de alimentos do subúrbio. Anos depois (1959), quando o Brasil respirava o desenvolvimento do governo de Juscelino Kubitscheck, foi inaugurado no local onde está até hoje, o Mercadão de Madureira. Considerado polo de convergência social por misturar todas as camadas da população, em 2000, o Mercadão foi totalmente destruído por um incêndio. E o que poderia parecer o fim, foi na verdade o recomeço. Em 5 de outubro de 2001, o Mercadão Madureira reabriu suas portas com 580 lojas e uma enorme variedade de produtos e serviços, com preços altamente competitivos no atacado e no varejo, atraindo cerca de 80 mil pessoas por dia. As portas continuam abertas até hoje e o Mercadão, com certeza, é um dos símbolos do espírito carioca que sobrevive com suas lutas e alegrias.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Jongo da Serrinha</span></strong><b><br /><br /></b>A Serrinha é um museu a céu aberto. Ao passear pelas suas ruas e ladeiras da comunidade é possível conhecer um pouco da história do nascimento das favelas e do samba, no Rio de Janeiro. Localizada na divisa de Madureira com Vaz Lobo, na zona norte do Rio, a comunidade da Serrinha ficou conhecida por ser um dos tradicionais locais de prática de jongo, desde a época dos primeiros sambistas, no início do século XX. Berço das escolas de samba ‘Prazer da Serrinha’ (extinta) e ‘Império Serrano’, a comunidade ganhou notoriedade ao criar o "Jongo da Serrinha", um grupo cultural que realiza exibições do ritmo afro-brasileiro, considerado um dos ancestrais do samba. Vale destacar ainda as rodas de dança de umbigada que conferem um charme a mais à visita.<br /><br /><strong><span>Cacique de Ramos</span></strong><b><br /><br /></b>No começo dos anos 60, em Olaria, subúrbio carioca da Leopoldina, um grupo de jovens, representantes por excelência das "camadas populares", formulava um projeto cultural para organizar o Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos. Agremiação carnavalesca, reduto de criação musical, exemplo de organização popular, centro de festas e de afirmação de tradições de várias ordens, aos poucos, o Cacique se tornou uma "grande família", uma enorme e eficaz rede de relações de troca e de ajuda mútua, que se encontrava nas rodas de samba das quartas-feiras, debaixo das tamarineiras que enfeitam a quadra do Cacique. Nomes como Jorge Aragão, Beth Carvalho, Almir Guineto, Jovelina Pérola Negra, Zeca Pagodinho e tantos outros são parte desta rede. É um samba de fundo de quintal, de rodas de samba surgidas no cotidiano do subúrbio carioca, mas que, muito rapidamente, ganhou as paradas de sucesso.<br /><br /><strong><span>ZONA OESTE</span></strong><b><br /><br /><strong><span>Sítio Burle Marx</span></strong><br /><br /></b>Ao longo de 45 anos de trabalho, o principal paisagista do país, Roberto Burle Marx, organizou e preservou uma das mais importantes coleções de plantas vivas do mundo, seja pela quantidade, seja pela diversidade das espécies. E este valioso acervo foi transformado em um Centro de Estudos de Paisagismo, Botânica e Conservação da Natureza e doado pelo paisagista para a cidade do Rio de Janeiro. Ao visitar o sítio é possível conhecer a casa onde Burle Marx morou de 1973 até seus últimos dias, bem como apreciar serigrafia e pintura de grandes painéis em tecido e painéis de azulejo assinadas por ele. O Sítio possui ainda uma biblioteca especializada com cerca de 2.600 títulos em botânica, arquitetura e paisagismo, duas salas de aula, um auditório, um herbário e um laboratório para pesquisas. A Capela de Santo Antônio da Bica, construída dentro do sítio no século XVII, foi restaurada por Burle Marx, é outro ponto alto da visita que revela a grandiosidade da alma do paisagista.</span></p>
<p>
<p> </p>
</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-11-11T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
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  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/historia-da-cidade">
    <title>História da Cidade</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/historia-da-cidade</link>
    <description>Conheça um pouco da história da capital carioca que brasileiros e estrangeiros</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>A cidade é mencionada oficialmente pela primeira vez quando a segunda expedição exploratória portuguesa, comandada por Gaspar lemos, chegou, em Janeiro de 1502, à baía, que o navegador supôs, compreensivelmente, ser a foz de um rio, por conseguinte, dando o nome à região do Rio de Janeiro.<br /><br />Porém só em 1530 a corte portuguesa mandou uma expedição para colonizar a área, em vez de continuar usando-a simplesmente como uma parada em suas aventuras marítimas. Os franceses, por outro lado, tinham estado no Rio de Janeiro e arredores desde o começo do século e estavam dispostos a lutar pelo domínio da região. Em 1560, depois de uma série de escaramuças, os portugueses expulsaram os franceses.<br /><br />O começo da cidade como tal foi no Morro de São Januário, mais tarde conhecido como Morro do Castelo, e depois na Praça Quinze até hoje centro vital do Rio.<br /><br />O Rio de Janeiro desenvolveu-se graças à sua vocação natural como porto. Na mesma época em que ouro foi descoberto no Estado de Minas Gerais, no final do século XVII, o Governador do Brasil foi feito Vice-rei. Salvador era capital da colônia, mas a importância crescente do porto do Rio garantiu a transferência da sede do poder para o sul, para a cidade que se tornaria, e ainda é, o centro intelectual e cultural do país.<br /><br />Em 1808 a família real portuguesa veio para o Rio de Janeiro, refúgio escolhido diante da ameaça de invasão napoleônica. Quando a família real voltou para Portugal e a independência do Brasil foi declarada em 1822, as minas de ouro já haviam sido exauridas e dado lugar a uma outra riqueza: o café.<br /><br />O crescimento continuou durante quase todo o século XIX, inicialmente na direção norte, para São Cristóvão e Tijuca, e depois na direção da zona sul, passando pela Glória, pelo Flamengo e por Botafogo. No entanto, em 1889, a abolição da escravatura e colheitas escassas interromperam o progresso. Esse período de agitação social e política levou à Proclamação da República. O Rio, então chamado Distrito Federal, continuou sendo o centro político e a capital do país.<br /><br />No começo do século XX surgiram as ruas largas e construções imponentes, a maioria no estilo francês fin-de-siècle. O Rio de Janeiro manteve sua posição até a inauguração de Brasília como capital da república em 1960. Capital do Estado do Rio de Janeiro, a cidade continua sendo o centro social e cultural do país.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-11-11T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
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  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro">
    <title>Rio de Janeiro </title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro</link>
    <description>Conheça a cidade, veja a localização do evento e saiba o que a Cidade Maravilhosa tem a oferecer para os participantes 


</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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      <dc:subject>congresso2012</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-11-11T14:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/localizacao-do-congresso">
    <title>Localização do Congresso</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/localizacao-do-congresso</link>
    <description>Saiba onde serão realizadas as atividades do 10º Congresso e veja dicas de deslocamento e acesso</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>O Centro de Convenções Sul América está situado na Av. Paulo de Frontin, Cidade Nova, bem ao lado da Prefeitura do Rio, região central da cidade. A maior parte das atividades programadas para o 10º Congresso Internacional da Rede Unida acontecerá nestes dois espaços.</p>
<p>A localização é privilegiada, já que está a apenas 15 minutos do <a class="external-link" href="http://www.infraero.gov.br/index.php/br/aeroportos/rio-de-janeiro/aeroporto-santos-dumont.html">Aeroporto Santos Dumont </a>, a 20 minutos do <a class="external-link" href="http://www.infraero.gov.br/index.php/br/aeroportos/rio-de-janeiro/aeroporto-internacional-do-rio-de-janeiro.html">Aeroporto Tom Jobim </a>, a menos de 10 minutos da <a class="external-link" href="http://www.transportal.com.br/rodoviaria-novorio/">Rodoviária Novo Rio </a> e ao lado da estação do <a class="external-link" href="http://www.metrorio.com.br/index.htm">metrô</a> Estácio-Cidade Nova.</p>
<p>Além disso, as principais linhas de ônibus que circulam pela cidade passam pelo local, facilitando o deslocamento. Uma diversificada rede hoteleira também pode ser encontrada nas proximidades da <a class="external-link" href="http://www.rio.rj.gov.br/web/guest">Prefeitura do Rio </a>do <a class="external-link" href="http://www.ccsulamerica.com.br/default.aspx">Centro de Convenções Sul América </a>.</p>
<p><strong>Endereço:</strong></p>
<p>Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro – Rua Afonso Cavalcanti, 455 – Cidade Nova – Centro – Rio de Janeiro – RJ / Cep: 20211-110</p>
<p>Centro de Convenções Sul América - Av: Paulo de Frontin, 1 - Cidade Nova - Centro - Rio de Janeiro - RJ Cep: 20260-010 / Tel.: (+ 55 21) 3293-6700 Fax: (+ 55 21) 3292-6721</p>
<p><strong>Distâncias:</strong></p>
<p>• Metrô Estácio – 71m;</p>
<p>• Central do Brasil – 2,6Km;</p>
<p>• Barcas – 2,6Km ;</p>
<p>• Túnel Rebouças – 3 Km;</p>
<p>• Aeroporto Santos Dumont – 6,6Km;</p>
<p>• Av. Brasil – 4Km;</p>
<p>• Aeroporto Internacional Tom Jobim 14,9Km.</p>
<p> </p>]]></content:encoded>
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    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-11-11T14:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/noticia/proxima-parada-belem">
    <title>Próxima parada: Belém!  </title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/noticia/proxima-parada-belem</link>
    <description>Encontro Norte encerra ciclo de eventos, realizados em 2011, para colher contribuições ao 10º Congresso Internacional da Rede Unida. Encontro acontece nos dias 24, 25 e 26/11. Inscrições abertas na próxima semana. Inscreva-se!
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p id="_mcePaste">Após passar por Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE) e Campo Grande (MS), a Rede Unida segue para Belém (PA), nos dias 24, 25 e 26/11, onde realizará o último encontro regional preparatório do 10º Congresso Internacional, que acontecerá em maio de 2012, na capital carioca. Com o tema central “A gestão do SUS no contexto atual e os desafios para a educação na saúde”, o evento reunirá acadêmicos, representantes de movimentos sociais, profissionais da Saúde e gestores que, dentre outros assuntos, debaterão: a gestão da saúde como exercício de criação do SUS; a saúde na Amazônia; e a gestão da educação e do trabalho na saúde. As inscrições para o Encontro Norte começam dia 07/11, no site da Rede Unida.</p>
<p>Ao percorrer o país, ao longo de 2011, para colher contribuições para a construção da programação do 10º Congresso, a Rede Unida adotou a dinâmica de debater um eixo temático por região. No sul, o eixo Educação; no sudeste, eixo Trabalho; no nordeste, foi a vez do eixo Participação; no centro-oeste, a própria história da Rede (que completa 25 anos) foi o eixo escolhido; e para o Encontro Norte, a Gestão será o eixo a ser explorado.</p>
<p>Acompanhe os informes sobre inscrição, programação e atividades complementares no site <a class="external-link" href="../">www.redeunida.org.br</a>.</p>
<div id="_mcePaste"></div>
<p id="_mcePaste">Saiba mais sobre submissão de trabalhos e inscrições para o 10º Congresso Internacional da Rede Unida em <a class="external-link" href="http://conferencias.redeunida.org.br">http://conferencias.redeunida.org.br</a> .</p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>noticia1</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-11-01T21:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/noticia/cns-publica-mocao-de-repudio-contra-criacao-da-empresa-brasileira-de-servicos-hospitalares">
    <title>CNS publica moção de repúdio contra criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/noticia/cns-publica-mocao-de-repudio-contra-criacao-da-empresa-brasileira-de-servicos-hospitalares</link>
    <description>Órgão acredita que iniciativa é um retrocesso no processo de fortalecimento dos serviços públicos
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div id="_mcePaste">O Conselho Nacional de Saúde (CNS) publicou, no dia 6/10, uma moção de repúdio contra a criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, cujo Projeto de Lei está em tramitação no Senado Federal. A empresa tem como objetivo administrar os hospitais universitários federais e regularizar a contratação de pessoal das unidades, atualmente feita pelas fundações de apoio das universidades. De acordo com o CNS, a iniciativa é um retrocesso no processo de fortalecimento dos serviços públicos e, caso implementada, representa o aprofundamento das contradições existentes na formatação do Estado brasileiro.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<p>Confira a <a class="internal-link" href="mocao-cns">moção de repúdio do CNS</a></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>noticia1</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-10-18T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/noticia/inscricoes-abertas-para-encontro-centro-oeste">
    <title>Últimos dias de inscrição para o Encontro Centro-Oeste</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/noticia/inscricoes-abertas-para-encontro-centro-oeste</link>
    <description>Com o tema “Rede Unida: trazendo para a cena histórias de ousadia na educação e na saúde”, evento acontece nos dias 03 e 04/11, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul 
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>ATENÇÂO! Últimos dias para de inscrições para o Encontro Regional Centro-Oeste, que acontece nos dias 03 e 04/11, na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A etapa Centro-Oeste se trata de um encontro especial por ter como foco a formulação de propostas e debates para o eixo temático “Rede Unida: trazendo para a cena histórias de ousadia na educação e na saúde” a ser explorado no 10º Congresso Internacional da Rede Unida, confirmado para maio de 2012, no Rio de Janeiro. A escolha por tal eixo foi definida durante reunião ampliada da coordenação como uma forma de homenagear a todas e todos que contribuíram ao longo desses 25 anos de mobilização da Rede Unida.</p>
<div id="_mcePaste"></div>
<p id="_mcePaste">Local: Universidade Católica Dom Bosco – Av. Tamandaré, nº 6000 – Jardim Seminário – Campo Grande/MS – CEP: 79117-900</p>
<p><a class="external-link" href="http://www.ead.ufms.br/redeunida/?section=register">Faça sua inscrição!</a></p>
<div id="_mcePaste"></div>
<p id="_mcePaste"><strong>Veja também:</strong></p>
<p><a class="internal-link" href="anote-na-agenda-03-e-04-11-rede-unido-em-mato-grosso-do-sul">Anote na agenda! 03 e 04/11, Rede Unida no Mato Grosso do Sul</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>noticia1</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-10-13T18:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/noticia/senado-aprova-reajuste-para-bolsa-de-residentes">
    <title>Senado aprova reajuste para bolsa de residentes</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/noticia/senado-aprova-reajuste-para-bolsa-de-residentes</link>
    <description>Além do aumento de 24,4%, projeto de lei garante condições adequadas para repouso, higiene pessoal, alimentação, moradia e direito às licenças paternidade e maternidade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>O Projeto de Lei (PL) de Conversão que garante o reajuste de 24,4% a bolsas pagas aos médicos residentes foi aprovado pelo Senado, na última quarta-feira (5/10). Com o reajuste, o valor da bolsa que era de R$ 1.916,00 passará para R$ 2.384,00 mensais. Além do aumento, o PL garante aos residentes o direito às licenças paternidade e maternidade, e ainda exige condições adequadas para repouso, higiene pessoal, alimentação e moradia. O reajuste, que passará por um revisão anual, é válido desde junho deste ano e é resultado das negociações para o fim da paralisação da categoria.</p>
<p><br />O texto aprovado pelo Senado determina que as anuidades serão limitadas a R$ 500,00 para profissionais de nível superior e R$250 para os de nível médio. No caso de pessoas jurídicas, há sete faixas de enquadramento, seguindo o valor máximo segundo o capital social, que pode ser de R$ 500,00 (capital social de até R$ 50 mil) a R$ 4 mil (acima de R$ 10 milhões). O PL vai agora à sanção presidencial.<br /><br />Saiba mais em <a class="external-link" href="http://www.senado.gov.br">www.senado.gov.br</a><br /><br /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>noticia1</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-10-11T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/noticia/cremesp-critica-pontuacao-extra-na-residencia-medica">
    <title>Cremesp critica pontuação extra na Residência Médica</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/noticia/cremesp-critica-pontuacao-extra-na-residencia-medica</link>
    <description>Órgão acredita que “bônus” oferecido como vantagem para facilitar o futuro ingresso do candidato pode ser um fator de desistência e não de fixação do médico
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>Após sessão plenária no dia 4/10, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) posicionou-se com críticas ao Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica – PVPAB, lançado em setembro pelo governo federal. O programa compreende um conjunto de medidas para estimular os profissionais de saúde a atuarem na Estratégia de Saúde da Família (ESF) em localidades de difícil acesso e de população de maior vulnerabilidade. A proposta também inclui apoio presencial e a distância para os profissionais, além de remuneração equivalente a dos profissionais da ESF, dentre outros aspectos.</p>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">De acordo com o Cremesp, o PVPAB tem características de frágil viabilidade, pois é destinado a médicos recém formados, sem Residência Médica e, portanto, sem treinamento. Outro ponto questionado pelo conselho é a suposta “supervisão presencial e a distância”, com grande dificuldade de operacionalização em condições precárias de trabalho e assistência. O Cremesp acredita ainda que o “bônus” oferecido como vantagem pelo programa para facilitar o futuro ingresso do candidato na Residência Médica pode ser um fator de desistência e não de fixação do médico.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Leia a nota oficial do Cremesp em www.cremesp.org.br</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>noticia1</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-10-07T01:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/noticia/inscricoes-abertas-ate-13-10-para-curso-de-especializacao-em-gestao-da-atencao-a-saude-do-idoso">
    <title> Inscrições abertas até 13/10 para curso de especialização em Gestão da Atenção à Saúde do Idoso</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/noticia/inscricoes-abertas-ate-13-10-para-curso-de-especializacao-em-gestao-da-atencao-a-saude-do-idoso</link>
    <description>
Promovido pela Escola GHC em parceria com o IFRS, curso visa qualificar profissionais para atuar na rede de atenção e gestão para o cuidado da população idosa
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>Estão abertas até 13/10, as inscrições para uma nova turma do curso de especialização em Gestão da Atenção à Saúde do Idoso, promovido pelo Centro de Educação Tecnológica e Pesquisa em Saúde Escola GHC, em parceria com o Instituto Federal de Educação , Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS). O curso tem o objetivo de especializar profissionais para atuar na rede de atenção e gestão para o cuidado da população idosa, bem como para o planejamento de estratégias de intervenção em saúde do idoso no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p><a class="internal-link" href="edital-curso-saude-do-idoso-ghc">Confira o edital</a></p>
<p>Saiba mais em <a class="external-link" href="http://escola.ghc.com.br/.">http://escola.ghc.com.br/.</a></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>noticia1</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-10-04T18:19:17Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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