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  <title>Rede Unida</title>
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            These are the search results for the query, showing results 671 to 685.
        
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  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2016/regionais/noticias/aberto-prazo-para-inscricao-e-submissao-de-trabalhos-do-encontro-regional-norte">
    <title>Aberto prazo para inscrição e submissão de trabalhos do Encontro Regional Norte</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2016/regionais/noticias/aberto-prazo-para-inscricao-e-submissao-de-trabalhos-do-encontro-regional-norte</link>
    <description>Interessados em submeter resumos acadêmicos e relatos e/ou sistematização de experiências têm até 20/07 para enviarem seus trabalhos. Confira as orientações para submissão!</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>Está aberto o prazo para inscrição e submissão de trabalhos para o Encontro Regional Norte, da Rede Unida. Com o tema “Diferença Sim, Desigualdade Não: as vozes nos territórios de vida”, o Encontro reunirá, entre 16 e 18/09, no Centro de Convenções do Estado do Amazonas, em Manaus (AM), profissionais de saúde, educadores, pesquisadores, gestores, acadêmicos, estudantes e representantes de movimentos sociais.</p>
<p><span>Os interessados em submeter resumos acadêmicos e relatos e/ou sistematização de experiências</span><strong> </strong><span>têm até o dia 20/07 para enviarem seus trabalhos, que devem estar relacionados a um dos quatro eixos temáticos do Encontro. São eles:</span></p>
<ul>
<li>Educação em Saúde;</li>
<li>Atenção à Saúde;</li>
<li>Participação Popular e Social em Saúde;</li>
<li>Gestão em Saúde.</li>
</ul>
<p> </p>
<p><span>As orientações para submissão de trabalhos, os temas sugeridos para cada eixo temático, os critérios para aprovação, entre outras informações estão disponíveis em:</span></p>
<p><a href="norte/trabalhos" target="_blank">www.redeunida.org.br/congresso2016/regionais/norte/trabalhos</a></p>
<p><span>Os interessados em participar do evento devem realizar a inscrição (gratuita) em:</span></p>
<p><a href="norte/inscricao" target="_blank">www.redeunida.org.br/congresso2016/regionais/norte/inscricao</a></p>
<p><span>O Encontro Regional Norte é mais uma atividade para colher contribuições para a construção da programação do 12º Congresso Internacional da Rede Unida, marcado para março de 2016, em Campo Grande (MS).</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>congresso2016</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>regionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>norte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>regional 2014/15</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-30T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>News Item</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2016/noticias/aberto-o-prazo-de-submissao-de-trabalhos-do-12o-congresso-da-rede-unida">
    <title>Aberto o prazo de submissão de trabalhos para o 12º Congresso da Rede Unida</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2016/noticias/aberto-o-prazo-de-submissao-de-trabalhos-do-12o-congresso-da-rede-unida</link>
    <description>Interessados têm até 15/09 para enviar resumos de artigos, dissertações, teses, pesquisas, relatos e/ou sistematização de experiências, propostas de intervenção e documentários </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p style="text-align:justify; "><span>Está aberto até 15/09, o prazo de submissão de trabalhos do 12º Congresso Internacional da Rede Unida. Serão aceitos resumos de trabalhos científicos de diferentes origens, como artigos, dissertações, teses, pesquisas, relatos e/ou sistematização de experiências, propostas de intervenção e documentários. Os interessados devem preencher todos os campos do formulário e indicar o eixo temático predominante de cada resumo, são eles: Educação, Trabalho, Gestão, Controle Social e Participação Popular, Rede Unida e Seminário Rotas Críticas.</span></p>
<p style="text-align:justify; "><span> </span></p>
<p style="text-align:justify; "><span>Seguindo a tradição dos Congressos da Rede Unida, os trabalhos inscritos serão analisados pela comissão científica e poderão ser selecionados para diversas atividades, como rodas de conversa, sessões dialogadas de trabalhos, discussões temáticas, távolas e intervenções culturais. Além disso, é importante lembrar que todos os trabalhos aprovados concorrem aos prêmios do Congresso. </span></p>
<p style="text-align:justify; "><span>Com o tema “Diferença sim, desigualdade não: Pluralidade na invenção da vida”, o 12º Congresso Internacional da Rede Unida acontece de 21 a 24 de março de 2016, na Universidade Católica Dom Bosco, em Campo Campo (MS). </span></p>
<p style="text-align:justify; "><span>Confira as normas de elaboração de resumos e veja como enviar seu trabalho em: <a href="submissao">www.redeunida.org.br/congresso2016/submissao</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>noticia3</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>congresso2016</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-10T22:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>News Item</dc:type>
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  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2014/noticias/abertas-inscricoes-para-oficinas">
    <title>Abertas inscrições para oficinas!</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2014/noticias/abertas-inscricoes-para-oficinas</link>
    <description>Atividade abordará formação profissional, serviços de saúde, políticas e programas governamentais, entre outros temas. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p><span style="text-align: justify; ">Atenção congressista! Estão abertas até 08/04, as inscrições para as oficinas de formação e de produto do 11º Congresso Internacional da Rede Unida. As oficinas são dedicadas aos inscritos no congresso e cada participante tem direito a se inscrever em uma das oficinas gratuitamente. </span><span style="text-align: justify; ">Essas oficinas abordam temas da formação profissional, da educação e do trabalho, dos serviços de saúde, políticas e programas governamentais, entre outros, e acontecem no primeiro dia do evento (10/04). A Rede Unida valoriza essa oferta de oficinas como um momento privilegiado de trocas e construções de novos saberes. Por isso, não deixe de participar!</span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Saiba como se inscrever em: <a class="external-link" href="../inscricao-oficinas/">www.redeunida.org.br/congresso2014/inscricao-oficinas/</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>noticia1</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>home</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-13T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>News Item</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/noticia/aberta-chama-publica-para-revista-vigilancia-sanitaria-em-debate">
    <title>Aberta chama pública para Revista Vigilância Sanitária em Debate</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/noticia/aberta-chama-publica-para-revista-vigilancia-sanitaria-em-debate</link>
    <description>
Interessados têm até 30/08 para enviar artigos sobre vigilância sanitária e a promoção da alimentação adequada e saudável</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p><span>Está aberta até 30/08 a chamada pública para o número temático “Vigilância Sanitária e a Promoção da Alimentação Adequada e Saudável: impasses, desafios e perspectivas”, da Revista Vigilância Sanitária em Debate. Além de apresentar trabalhos científicos que contribuam para a reflexão sobre o tema, esta edição tem o objetivo de debater a interface entre a temática alimentar e a vigilância sanitária na perspectiva da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. A revista Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência &amp; Tecnologia é uma publicação trimestral exclusivamente online editada pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz, e atualmente conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).</span></p>
<div class="im">Saiba mais em: <a href="http://www.visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate" target="_blank">www.visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate</a></div>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>home</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-06-30T15:39:08Z</dc:date>
    <dc:type>News Item</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2016/noticias/aberta-a-votacao-para-a-mostra-fotografica-do-12o-congresso">
    <title>Aberta a votação para a Mostra Fotográfica do 12º Congresso</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2016/noticias/aberta-a-votacao-para-a-mostra-fotografica-do-12o-congresso</link>
    <description>As seis fotografias mais votadas de cada eixo temático estarão expostas durante o Congresso. Prazo para votação vai até 20/02. Veja como participar!</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>Está aberto até 20/02, o prazo para a votação da Mostra Fotográfica do 12º Congresso Internacional da Rede Unida. As seis fotografias mais votadas de cada eixo temático estarão expostas durante o Congresso, que acontece de 21 a 24 de março de 2016, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Nesta edição, a Mostra conta com 104 fotografias distribuídas pelos seguintes eixos temáticos:</p>
<p>- História da Rede Unida;</p>
<p>- Vivências dos Trabalhadores do SUS;</p>
<p>- Os olhares sobre a avaliação em saúde no SUS;</p>
<p>- Vivências do movimento estudantil no SUS; e</p>
<p>- Participação popular no SUS.</p>
<p>Para votar, além de estar inscrito no 12º Congresso, basta acessar o endereço <a href="../mostra-fotografica" target="_blank">www.redeunida.org.br/congresso2016/mostra-fotografica</a>, selecionar o eixo temático e conferir pontuação de 1 a 5 pontos para cada fotografia.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>home</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>congresso2016</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-01-27T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>News Item</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2016/noticias/aberta-a-votacao-dos-melhores-trabalhos-do-12o-congresso">
    <title>Aberta a votação dos melhores trabalhos do 12º Congresso da Rede Unida</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2016/noticias/aberta-a-votacao-dos-melhores-trabalhos-do-12o-congresso</link>
    <description>Congressistas têm até às 15h30, do dia 24/03, para escolher melhor trabalho acadêmico e relato de experiência do evento. Participe!</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>Está aberta a votação para a premiação dos melhores trabalhos escolhidos pelos participantes do 12º Congresso Internacional da Rede Unida. Os congressistas com trabalho aprovado concorrem ao VII Prêmio Sérgio Arouca, dado ao melhor trabalho acadêmico, e ao IV Prêmio Hortênsia de Hollanda, concedido ao melhor relato de experiência do Congresso. A votação fica aberta até às 15h30, do dia 24/03.</p>
<p><span>A entrega dos prêmios acontece durante a cerimônia de encerramento do Congresso, marcada para às 17h, do dia 24/03, no auditório do bloco C, da UCDB.</span></p>
<p><span>Para votar, acesse:</span></p>
<p><a href="../votacao-premiacao/">www.redeunida.org.br/congresso2016/votacao-premiacao/</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2016-03-22T22:25:00Z</dc:date>
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  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2016/noticias/a-democracia-e-o-caminho">
    <title>A democracia é o caminho </title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2016/noticias/a-democracia-e-o-caminho</link>
    <description>Cerimônia de abertura do 12º Congresso reuniu autoridades, representantes de diversos segmentos sociais e congressistas, na noite de 21/03, para refletir sobre educação, saúde, direitos e cidadania.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>Uma exaltação à democracia. Este foi o tom da cerimônia de abertura do 12º Congresso Internacional da Rede Unida (12CRU) que aconteceu na noite do primeiro dia do evento (21/03), na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em Campo Grande (MS). A cerimônia contou com a presença de autoridades e de diferentes segmentos da sociedade, dentre eles, representantes de povos indígenas, da população LGBT, militantes da saúde, estudantes e professores dos cursos da saúde, que unidos em um auditório lotado clamaram pelo fortalecimento da democracia.</p>
<p>A abertura foi conduzida em tom de renovação das esperanças, de afirmação dos direitos e de valorização da vida, do respeito e da tolerância. Intercaladas com as atividades culturais, como a “Dança da Siputrema” do grupo de mulheres guerreiras da etnia guarani kaiowa, as falas de boas-vindas evidenciaram o que estava por vir: um debate sobre a afirmação das diferenças e da pluralidade para reduzir as desigualdades.</p>
<p>Em sua fala, o Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação da Saúde (SGTES/MS), Heider Pinto, convidado da mesa de abertura, refletiu sobre a importância de se discutir a democracia junto a ações práticas. “Aqui se defende a diversidade. E se pratica! Aqui se defende a alteridade e a produção de vida. E se pratica! É só olhar a abertura do evento, as pessoas que participam de várias rodas, távolas, tendas, que a gente percebe essa coerência do porquê temos que, não só defender e almejar isso para a sociedade, como também praticar desde o aqui e agora. ” – alertou o secretário ao defender que “em tempos de ódio, amar é revolucionário”.</p>
<p>O presidente do Conselho Nacional de Saúde, Ronald Ferreira dos Santos, também estava na mesa de abertura e instigou a p<span>lateia</span> a a<span>pr</span>oveitar o Congresso da Rede Unida com o intuito de formular um conjunto de proposições para o enfrentamento da onda do retrocesso e daqueles que considera “propagandistas do ódio” que não conseguem perceber o relevo das diferenças.</p>
<p>Ao apresentar o tema “Diferença sim, desigualdade não: pluralidade na invenç<span>ão da</span> vida<span>”, a p</span>residente do 12CRU, Vera Kodjaoglanian, deu um panorama do Congresso: “São 16 países além do Brasil. Três mil trabalhos aprovados e enviados por diversos estudantes, professores, pesquisadores e movimentos sociais, tanto do Brasil quanto de diversos outros países. 187 rodas de conversa. 110 távolas com temas de maior relevância. 45 oficinas de trabalho de formação e de produto. 9 seminários nacionais e 7 fóruns internacionais. Tenda Saúde Fazendo Arte. Tenda Paulo Freire e 450 monitores e estudantes contribuindo para a realização do congresso, provenientes de quase todos os estados da federação brasileira.”</p>
<p>A cerimônia contou também com a conferência do professor e cientista político da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida. Reconhecido pela larga experiência nas áreas de Ciência Política e Relações Internacionais, o professor promoveu o debate na temática “Democracia: diferença sim, desigualdade não. Redes, educação, saúde e luta”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>congresso2016</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>noticia3</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-24T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>News Item</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/a-cidade-que-se-reinventa-1">
    <title>A Cidade Que Se Reinventa</title>
    <link>http://historico.redeunida.org.br/congresso2012/rio-de-janeiro/a-cidade-que-se-reinventa-1</link>
    <description>Conheça algumas histórias e iniciativas que fazem do Rio um lugar muito especial</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span> </span></strong></p>
<p><strong><span>ZONA SUL</span></strong><b><span><br /><br /><strong><span>Feira das Laranjeiras</span></strong><span class="apple"> </span><br /></span></b><span><br />Comprar frutas, legumes e verduras frescas em feiras livres pode ser uma boa forma para manter uma alimentação saudável, mas também pode se tornar um passeio cultural surpreendente. A tradicional feira da Rua General Glicério, em Laranjeiras, é um bom exemplo de como os cariocas transforam a rotina das compras para a casa em um divertido ponto de encontro para ouvir boa música, degustar petiscos, ver artesanatos e ainda abastecer a geladeira. Após fazer a feira, vale a pena passar na barraca de Pastel &amp; Caldo de Cana do Bigode e provar o pastel de carne seca, de palmito, ou o croquete de aipim com carne (todos deliciosos!). As barracas de artesanato deixam o passeio ainda mais especial, mas não para por aí. Na barraca do Luizinho, com seus drinks especiais e CDs raros, tem muita coisa boa e grandes promoções. Aos poucos se percebe a movimentação de músicos e seus instrumentos que se juntam a vizinhos e visitantes para uma boa roda de Chorinho. E é aí que a tarde fica mais agradável e animada. Mas atenção à dica! A feira começa cedinho e não vale a pena comprar peixe. Não que o peixe não seja bom e fresquinho, pelo contrário. Mas a feira na General tem muitos atrativos e se você for aproveitar tudo, o seu peixe vai chegar tarde em casa.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Largo do Boticário</span></strong><b><br /><br /></b>Quem passa pela Rua Cosme Velho, indo ou vindo do Túnel Rebouças, dificilmente repara um pequeno beco (Beco do Boticário) que dá entrada para o charmoso Largo do Boticário. São apenas 8 casas em estilo neocolonial, rodeadas pela mata atlântica e onde ainda se ouve o rio Carioca correndo a céu aberto. O Largo passou a existir a partir de 1879 e suas casas já sofreram muitas reformas e continuam precisando de cuidados, mas mesmo assim o local continua atraindo turistas e levando o visitante a uma tranquila e bucólica viagem no tempo. O nome Boticário foi dado porque lá morava o Sargento Joaquim da Silva Souto, militar reformado conhecido pelo preparo de unguentos e xaropes, um boticário. Quem passar pelo Largo, talvez encontre com o aquarelista Solar Barrios, um chileno que já viajou o mundo e muitas vezes divulga seu trabalho ali. Simpático, ele acaba fazendo a vez de guia turístico local, por conhecer bem a história do Largo e de seus moradores.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Mureta da Urca</span></strong><b><br /><br /></b>Situada às margens da Baía de Guanabara, a Mureta da Urca é um dos destinos obrigatórios ao passar pelo Rio de Janeiro. Em um dos mais belos cartões postais do mundo com vista para o Cristo Redentor e à entrada do histórico Forte São João, é possível caminhar por um dos bairros mais charmosos da cidade, onde já funcionaram um cassino e uma emissora de TV. A dica é ir à Mureta no finzinho da tarde, quando famílias e amigos se reúnem para botar o papo em dia e admirar o por do sol. Ao passear pela Mureta vale a pena dar uma paradinha no Bar Urca, um dos mais tradicionais da cidade, e conhecer os ‘Gomes’ - três gerações de ‘Armandos’ (pai, filho e neto) cativam seus clientes servindo seus melhores petiscos de manhã até à noite.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>CENTRO</span></strong><b><br /><br /><strong><span>Saara</span></strong><span class="apple"> </span><br /><br /></b>70 mil pessoas por dia passam pela Saara, o maior comércio popular a céu aberto da América Latina. As onze ruas e mais de 1200 lojas concentradas no retângulo formado pela Avenida Presidente Vargas, Rua dos Andradas, Rua Buenos Aires e pelo Campo de Santana, no Centro do Rio, receberam o apelido carinhoso de ‘Pequena ONU’ em função da união de comerciantes chineses, árabes, libaneses, peruanos, indianos, brasileiros e outros que, em 1962, fundaram a ‘Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega’ – a SAARA. Nela é possível encontrar a maior variedade de mercadorias do Rio de Janeiro que vão desde temperos, conservas, grãos, artigos orientais e natalinos, bacalhau, docerias, produtos naturais, roupas, brinquedos, calçados, artigos esportivos, artigos de beleza e estética, artigos de decoração, artigos de festa, produtos eróticos até fantasias de carnaval. Os restaurantes da Saara são uma ótima dica para aqueles que apreciam a gastronomia oriental. Ao passear pelas vitrines do comércio não deixe de prestar atenção aos divertidíssimos comerciais de ofertas e promoções, anunciados pela Rádio Saara, que expressam o bom humor e criatividade dos cariocas.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Pedra do Sal</span></strong><b><br /><br /></b>Conhecida como a ‘Pequena África’, a Pedra do Sal é um local de especial importância para a cultura negra carioca, onde se encontra a comunidade ‘Remanescentes de Quilombos da Pedra do Sal’. Sua história data de 1608, quando um grupo de baianos se instala numa zona de ruas tortuosas e becos em torno da Pedra, onde funcionava um mercado de escravos próximo ao Cais do Porto do Rio de Janeiro. Atualmente, a Pedra do Sal é um dos lugares mais prestigiados pelos amantes do samba e do choro que se reúnem nas noites de segunda e quarta-feira para ouvir boa música. E isso não é por acaso, pois a Pedra é conhecida por ter sido frequentada por grandes sambistas do passado como Pixinguinha, Donga, João da Baiana e Heitor dos Prazeres.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Confeitaria Colombo</span></strong><b><br /><br /></b>Chiquinha Gonzaga, Olavo Bilac, Rui Barbosa, Villa-Lobos, Lima Barreto, José do Patrocínio, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek são alguns dos clientes famosos que frequentaram a Confeitaria Colombo. Fundada em 1894, na estreita Rua do Ouvidor, a Confeitaria ainda preserva a luxuosa decoração e riqueza do Rio de Janeiro de D. Pedro II, quando o bairro do Centro era frequentado por homens de negócios e damas da alta sociedade. Quase 120 anos depois, a Confeitaria Colombo mantém a luxuosa decoração e o tradicional chá da tarde, na mesma estreita Rua do Ouvidor, encravada entre lojas de departamentos e importados, escritórios de multinacionais, agências bancárias e ambulantes que abusam da criatividade para anunciar os últimos lançamentos made in China.<br /><br /><strong><span>Feira da Lavradio</span></strong><b><br /></b><br />Moradia e local de encontro de poetas, escritores, políticos e artistas que movimentaram a cidade no início do século XX, a Rua do Lavradio guarda uma importância cultural e arquitetônica que pode ser apreciar na beleza neoclássica de suas fachadas assobradadas. Ali também nasceu o jornal "Tribuna da Imprensa", do qual o seu antigo proprietário, o jornalista Carlos Lacerda, na década de 1950, sustentou uma campanha política contra o segundo governo de Getúlio Vargas. Percebendo o valor cultural da via, em 1997, um grupo de antigos comerciantes se mobilizou para transformar uma das primeiras ruas residenciais do Rio de Janeiro num polo cultural com concorridos bares e restaurantes e uma das mais prestigiadas feiras de antiguidades da cidade. Com mais de 350 expositores, a Feira da Lavradio acontece sempre no primeiro sábado de cada mês, quando os visitantes caem no samba e revivem a boemia da Lapa.<br /><br /><strong><span>Mercado das Pulgas</span></strong><b><br /></b><br />O Mercado das Pulgas é uma tradicional feira de artesanato que acontece todo 1º domingo do mês, reúne artistas plásticos e artesãos de diversos segmentos. A feira tem entrada franca e acontece em um antigo casarão do Largo dos Guimarães, onde funciona a sede do Centro Social João Fernandes, em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. No local são montadas barracas onde os autores exibem suas obras, e os visitantes ainda dispõem de praça de alimentação com doces e salgados artesanais. Mas é importante lembrar-se da dica da cantora Adriana Calcanhoto: “cariocas não gostam de dias nublados!”. Por isso, em caso de chuva, não há evento.<br /><br /><strong><span>ZONA NORTE</span></strong><b><br /><br /><strong><span>Casa de Banho de D. João VI</span></strong><br /></b><br />Localizado na zona pontuaria do Rio de Janeiro, o Solar do Caju guarda um pedaço curioso da história do Brasil, pois foi frequentado por D. João VI, que seguindo recomendações médicas, procurou as águas da praia do Caju para se curar de uma mordida de carrapato na perna. Por não gostar muito de contato com água, o monarca só aceitou tomar os banhos curativos se fosse pendurado em uma espécie de tina, que permitia que apenas suas pernas se molhassem. Para não contrariar a vontade do Rei, o Solar do Caju foi adaptado e ficou para sempre conhecido como ‘Casa de Banho de D. João VI’. Hoje funciona no imóvel o Museu da Limpeza Urbana, onde são realizadas ações educativas, culturais e de lazer, como exposições, seminários, espetáculos musicais, teatrais e de dança. Ao visitar o museu é possível conhecer os primeiros uniformes desenhados para garis, equipamentos utilizados para recolher o lixo, miniaturas de veículos e de carruagens, entre outros objetos.<br /><br /><strong><span>CADEG</span></strong><b><br /><br /></b>Após cinco décadas de atritos e desgaste com governantes do Rio de Janeiro, em 1957, os comerciantes que ocupavam o Mercado Municipal no centro da cidade decidiram se unir para comprar uma antiga fábrica de cigarros, na Rua Capitão Félix n° 110, no bairro de Benfica. Nascia ali o CADEG (Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara), um dos mais tradicionais polos comerciais da cidade, com distribuidoras de alimentos e bebidas, e o maior centro de distribuição de flores do Rio de Janeiro. Aberto 24 horas, o CADEG não para. À noite, primeiro abrem os bares, por volta das 20h. Depois, à meia-noite, é a hora das frutas, verduras e legumes. É o que podemos chamar de intensa movimentação noturna! No mercado das flores, os comerciantes começam a chegar de madrugada, lá pelas duas da manhã. Dá-se início a um imenso espetáculo, com carregamentos e mais carregamentos de todos os tipos. Chegam os caminhões cheios de violetas, rosas, lírios, orquídeas, copos de leite... um verdadeiro encanto. E se estes não são motivos suficientes para garantir uma visita ao CADEG, cabe registrar que o lugar é um dos polos gastronômicos mais frequentados pelos cariocas.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Feira de São Cristóvão</span></strong><b><br /><br /></b>Tudo começou em 1945, quando os caminhões pau-de-arara vindos de vários estados do Nordeste, chegavam ao Campo de São Cristóvão trazendo retirantes nordestinos para trabalhar na construção civil, onde já tinham vaga garantida. O encontro dos recém-chegados com parentes e outros conterrâneos era animado com música e comida nordestinas, dando origem à Feira de São Cristóvão. Durante 58 anos, a tradicional Feira permaneceu no Campo de São Cristóvão, debaixo das árvores. Em 2003, as barracas foram transferidas para dentro do antigo Pavilhão reformado pela Prefeitura do Rio e transformado no Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas. Hoje a Feira de São Cristóvão é o destino preferido dos cariocas que apreciam a culinária, o artesanato, os trios e bandas de forró, cantores e poetas populares, e a literatura de cordel nordestina. Detalhe: a Feira é um sucesso e atrai cerca de 250 mil visitantes por mês.<br /><br /><strong><span>Samba do Trabalhador</span></strong><b><br /></b><br />Uma festa que acontece toda segunda-feira a partir das duas da tarde e se chama "Samba do Trabalhador" pode parecer só uma piada. Mas não é bem isso. O Samba do Trabalhador é uma festa em homenagem ao dia de folga dos músicos que geralmente descansam às segundas-feiras, mas não deixa de ser uma provocação à cidade. A roda de samba acontece no Clube Renascença, um dos símbolos de afirmação negra no Rio de Janeiro. Fundado no final dos anos de 1950, o Renascença foi criado como uma alternativa de inclusão social, após alguns negros terem sido impedidos de ingressar em uma festa de um famoso clube carioca, frequentado pela classe média branca da cidade. Cravado no coração do bairro de Vila Isabel, o clube guarda uma particularidade: um pátio com uma grande Caramboleira que tem dado frutas, que caem maduras para deleite do público e dos sambistas.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Mercadão de Madureira</span></strong><b><br /></b><br />No ano de 1914, comerciantes de produtos agropecuários começavam a se organizar em uma pequena feira livre, localizada onde hoje é a quadra da Escola de Samba Império Serrano. Nascia o primeiro Mercado de Madureira, que em pouco tempo se tornaria o maior centro de distribuição de alimentos do subúrbio. Anos depois (1959), quando o Brasil respirava o desenvolvimento do governo de Juscelino Kubitscheck, foi inaugurado no local onde está até hoje, o Mercadão de Madureira. Considerado polo de convergência social por misturar todas as camadas da população, em 2000, o Mercadão foi totalmente destruído por um incêndio. E o que poderia parecer o fim, foi na verdade o recomeço. Em 5 de outubro de 2001, o Mercadão Madureira reabriu suas portas com 580 lojas e uma enorme variedade de produtos e serviços, com preços altamente competitivos no atacado e no varejo, atraindo cerca de 80 mil pessoas por dia. As portas continuam abertas até hoje e o Mercadão, com certeza, é um dos símbolos do espírito carioca que sobrevive com suas lutas e alegrias.<span class="apple"> </span><br /><br /><strong><span>Jongo da Serrinha</span></strong><b><br /><br /></b>A Serrinha é um museu a céu aberto. Ao passear pelas suas ruas e ladeiras da comunidade é possível conhecer um pouco da história do nascimento das favelas e do samba, no Rio de Janeiro. Localizada na divisa de Madureira com Vaz Lobo, na zona norte do Rio, a comunidade da Serrinha ficou conhecida por ser um dos tradicionais locais de prática de jongo, desde a época dos primeiros sambistas, no início do século XX. Berço das escolas de samba ‘Prazer da Serrinha’ (extinta) e ‘Império Serrano’, a comunidade ganhou notoriedade ao criar o "Jongo da Serrinha", um grupo cultural que realiza exibições do ritmo afro-brasileiro, considerado um dos ancestrais do samba. Vale destacar ainda as rodas de dança de umbigada que conferem um charme a mais à visita.<br /><br /><strong><span>Cacique de Ramos</span></strong><b><br /><br /></b>No começo dos anos 60, em Olaria, subúrbio carioca da Leopoldina, um grupo de jovens, representantes por excelência das "camadas populares", formulava um projeto cultural para organizar o Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos. Agremiação carnavalesca, reduto de criação musical, exemplo de organização popular, centro de festas e de afirmação de tradições de várias ordens, aos poucos, o Cacique se tornou uma "grande família", uma enorme e eficaz rede de relações de troca e de ajuda mútua, que se encontrava nas rodas de samba das quartas-feiras, debaixo das tamarineiras que enfeitam a quadra do Cacique. Nomes como Jorge Aragão, Beth Carvalho, Almir Guineto, Jovelina Pérola Negra, Zeca Pagodinho e tantos outros são parte desta rede. É um samba de fundo de quintal, de rodas de samba surgidas no cotidiano do subúrbio carioca, mas que, muito rapidamente, ganhou as paradas de sucesso.<br /><br /><strong><span>ZONA OESTE</span></strong><b><br /><br /><strong><span>Sítio Burle Marx</span></strong><br /><br /></b>Ao longo de 45 anos de trabalho, o principal paisagista do país, Roberto Burle Marx, organizou e preservou uma das mais importantes coleções de plantas vivas do mundo, seja pela quantidade, seja pela diversidade das espécies. E este valioso acervo foi transformado em um Centro de Estudos de Paisagismo, Botânica e Conservação da Natureza e doado pelo paisagista para a cidade do Rio de Janeiro. Ao visitar o sítio é possível conhecer a casa onde Burle Marx morou de 1973 até seus últimos dias, bem como apreciar serigrafia e pintura de grandes painéis em tecido e painéis de azulejo assinadas por ele. O Sítio possui ainda uma biblioteca especializada com cerca de 2.600 títulos em botânica, arquitetura e paisagismo, duas salas de aula, um auditório, um herbário e um laboratório para pesquisas. A Capela de Santo Antônio da Bica, construída dentro do sítio no século XVII, foi restaurada por Burle Marx, é outro ponto alto da visita que revela a grandiosidade da alma do paisagista.</span></p>
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</p>]]></content:encoded>
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    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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    <dc:date>2011-11-11T15:10:00Z</dc:date>
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    <title>2016</title>
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    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>2016</p>
<p>O 12º Congresso Internacional da Rede Unida é sediado pela Universidade Católica Dom Bosco, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Resultado de 18 meses de muito trabalho, foi precedido por 6 encontros regionais, realizados em todas as regiões do país. Com o tema "Diferença sim, desigualdade não: Pluralidade na invenção da vida", o Congresso reúne cerca de 5 mil participantes e mais de 3 mil trabalhos.</p>]]></content:encoded>
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    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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    <dc:date>2016-03-28T21:02:42Z</dc:date>
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    <title>2015</title>
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    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>2015</p>
<p>Em 2015 foi criada a Rede Observatório de Pesquisas do Programa Mais Médicos, no qual a Rede Unida participou de forma relevante com análises e produções, com o objetivo de disseminar o conhecimento acerca do programa. Além da ampliação da oferta de serviços e a qualificação do SUS, desde precocemente interessou à Rede a dimensão do desenvolvimento do trabalho, por meio das ações de educação permanente que certamente ocorreriam nesse enorme projeto de cooperação internacional do trabalho e da formação na saúde.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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    <dc:date>2016-03-28T20:58:44Z</dc:date>
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    <title>2014</title>
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    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>2014</p>
<p>Fortaleza sedia o 11º Congresso Internacional da Rede Unida, já consolidado como bianual. O tema "Girar Vida, Políticas e Existências: a delicadeza da Educação e do Trabalho no cotidiano do SUS". Nesta edição do Congresso, houve a participação de uma delegação de médicos cubanos do Programa Mais Médicos do Estado do Ceará. Foram quatro dias intensos com uma programação diversificada envolvendo mais de 100 távolas, 219 rodas de conversa, 4 fóruns internacionais, 38 oficinas, entre outras atividades. Na cerimônia de abertura, o então ministro da Saúde, Arthur Chioro, reforçou a importância do debate democrático promovido em torno dos Congressos da Rede.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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    <dc:date>2016-03-28T20:06:25Z</dc:date>
    <dc:type>News Item</dc:type>
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    <title>2013</title>
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    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>2013</p>
<p>A Editora Rede Unida é criada com o intuito de fortalecer a publicação de livros e artigos que contemplem os temas explorados pela Rede. Além de livros, em formato físico e eletrônico (com download gratuito), a editora também é responsável pela Revista Saúde em Redes, que recebe trabalhos por inscrição no site. Nos anos seguintes, a editora contabilizara mais de 40 publicações, além de outra dezena de títulos em processo de editoração. A produção, circulação e produção de redes de conhecimento pela Rede Unida ganha novo fôlego, com a disseminação de produções abertas.</p>
<p>O Programa Mais Médicos é criado pelo Governo Federal para prover médicos em regiões com carência de profissionais, fortalecer a atenção básica e qualificar a rede de serviços, promover a educação permanente e o intercâmbio, e aprimorar a formação e a especialização de profissionais, conforme as necessidades do SUS. Nos anos seguintes, o Programa mobiliza mais de 18 mil profissionais.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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    <dc:date>2016-03-28T19:40:07Z</dc:date>
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    <title>2012</title>
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    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>2012</p>
<p>No Rio de Janeiro, de 6 a 9 de maio, a Rede Unida reuniu mais de 6.000 participantes, com mais de 3.000 trabalhos apresentados, 1.500 horas de atividades científicas e culturais, durante a 10ª edição do Congresso Internacional da Rede Unida. Sem dúvida o maior evento já organizado pela Rede, com destaque para a participação expressiva de atores de diferentes países da América Latina, África e Europa, bem como para o apoio de instituições e entidades e órgãos de governo, tais como o Ministério da Saúde, a Associação Brasileira de Pós-graduação em Saúde Coletiva, o Centro Brasileiros de Estudos da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz, a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil da cidade do Rio de Janeiro, entre outras.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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      <dc:subject>linhatempo</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-07-27T18:25:00Z</dc:date>
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    <title>2011</title>
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    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p>O ano de 2011 pode ser considerado um dos anos mais movimentados da Rede Unida. Isto porque para preparar a 10<sup>a</sup> edição do Congresso Internacional, os membros da Rede se aventuraram a organizar cinco encontros regionais, percorrendo as cinco regiões do Brasil para colher contribuições e mobilizar atores para o debate da Educação Permanente e a Formação Profissional em Saúde. Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MS), Fortaleza (CE) e Belém do Pará (PA) foram as capitais que sediaram os regionais e, juntas, reuniram quase três mil participantes implicados para a construção do Congresso.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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      <dc:subject>linhatempo</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-07-27T18:20:08Z</dc:date>
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    <title>2010</title>
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    <description>2010</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><br />O atual Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, encerrou a 9ª edição do Congresso Nacional da Rede Unida, em Porto Alegre, quando ainda ocupava o cargo de ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais. Durante a cerimônia, Padilha fez um balanço das principais ações do governo Lula para a Saúde e parabenizou os congressistas pelos 25 anos de Rede Unida. 2010 marca uma nova mudança na Rede que passa a ser denominada ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA REDE UNIDA.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Igor Cruz</dc:creator>
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      <dc:subject>linhatempo</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-05-17T18:30:00Z</dc:date>
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